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“O Parque Tecnológico é uma virada de chave para MT passar a produzir tecnologia”, afirma secretário

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O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, ressaltou a importância da construção do Centro de Inovação do Parque Tecnológico de Mato Grosso, e afirmou que o local representa uma virada de chave para o Estado.

Localizado na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande, o empreendimento já tem cerca de 90% das obras concluídas e será referência para criação, desenvolvimento, disponibilização de soluções tecnológicas e atração de empresas inovadoras.

“Já começamos a mobiliar o espaço, que já está todo climatizado. Nós teremos um auditório, um centro de eventos para 400 pessoas, um espaço de descompressão muito interessante, algo como se você estivesse nos grandes parques tecnológicos do mundo. A ideia é que você entre lá e a cabeça já fique disruptiva. O Parque Tecnológico vai ser uma virada de chave para Mato Grosso”, afirmou o secretário, em entrevista ao podcast MT Conectado.

A obra recebe investimentos do Governo na ordem de R$ 18,2 milhões e será referência para o desenvolvimento de inovação para as empresas do Estado, promoção de serviços para indústrias, universidades e comunidade, além de formação e qualificação de pessoas, laboratórios, pesquisa e desenvolvimento.

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O secretário ainda comentou outros assuntos, como a ampliação da rede de Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), criação de novos cursos gratuitos profissionalizantes para geração de emprego e renda, assim como eventos para popularização da ciência, entre outros.

Assista à íntegra da entrevista concedida ao Podcast MT Contectado, realizado pela Secretaria de Estado de Comunicação.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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