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Incêndio em secador de grãos mobiliza bombeiros por mais de 12 horas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atuou por mais de 12 horas no combate a um incêndio em um secador de grãos de uma unidade industrial localizada na Rodovia MT-208, km 133, em Alta Floresta (a 793 km de Cuiabá), na quinta-feira (29.1).

A equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) foi acionada por volta da 1h30 e de imediato, se deslocou ao local com o apoio de um Auto Tanque (AT) e uma Unidade de Resgate (UR).

Ao chegar, os bombeiros constataram que o incêndio estava concentrado em uma das torres do secador, exigindo intervenção direta com o uso de água.

Diante da situação, foram estabelecidas linhas de mangueira em plano elevado, permitindo o combate direto às chamas no interior do equipamento. As equipes atuaram de forma integrada com a brigada da edificação para conter o avanço do fogo.

Na parte superior da estrutura, foi criado um ponto de acesso para o lançamento de água sobre a soja em combustão, sendo utilizadas duas linhas de mangueira nesse local. Após várias horas de trabalho intenso, por volta das 14h30, o incêndio foi controlado, em razão do grande volume de água empregado, que possibilitou o resfriamento da estrutura e do material armazenado.

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Ao todo, foram utilizados aproximadamente 250 mil litros de água. Além das viaturas inicialmente empenhadas, também foram empregadas outras unidades operacionais. Dois tratores com tanques de água auxiliaram no abastecimento das viaturas, sendo necessário ainda o apoio da reserva técnica de água de silos e secadores vizinhos da própria unidade industrial.

Não houve registro de vítimas.

*Sob supervisão de Hannah Marques

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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