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Hospital Estadual Santa Casa realiza mutirão de cirurgias pediátricas

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O Hospital Estadual Santa Casa, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), em Cuiabá, realiza um mutirão de cirurgias eletivas pediátricas nesta sexta-feira (21.06) e neste sábado (22). Serão realizados 40 procedimentos eletivos feitos entre os dois dias de ação.

Durante o mutirão, ocorrerão 10 procedimentos de hernioplastia inguinal, 10 de hérnia umbilical, 10 de postectomia e 10 de hidrocele. Todos os procedimentos elencados são de média complexidade e contemplam crianças de diversos municípios de Mato Grosso.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou que a iniciativa do Hospital Estadual é de suma importância para o programa Fila Zero na Cirurgia, do Governo de Mato Grosso.

“Quero parabenizar a equipe do Hospital Estadual Santa Casa, que realiza diversos mutirões como este e trabalha incansavelmente para melhorar a qualidade de vida das pessoas atendidas. Ações como essa iniciativa permitem que o programa Fila Zero na Cirurgia possa reduzir drasticamente a espera por cirurgias eletivas em Mato Grosso”, disse.

A diretora do Hospital Estadual Santa Casa, Patrícia Neves, ressaltou a atuação da equipe multidisciplinar durante os mutirões de cirurgias eletivas para garantir um melhor atendimento e um fluxo mais rápido de operações.

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“Quando o Hospital está em mutirão, as equipes se dedicam às operações eletivas da ação. Essa que vamos que realizar agora é totalmente voltada para crianças, pacientes que foram triados na própria Santa Casa para realizar as cirurgias,” explicou.

A diretora ainda acrescentou que a equipe hospitalar busca garantir a melhor assistência junto a toda equipe multidisciplinar para atingir o êxito das operações.

“Buscamos, por meio da assistência durante a cirurgia e visando um menor tempo de internação, garantir a qualidade de vida dessas crianças. Para isso, mobilizamos todas as equipes multidisciplinares para o auxílio desses pacientes”, finaliza.

Atualmente o Hospital Estadual Santa Casa possui 55 leitos pediátricos e sete salas cirúrgicas que auxiliam no suporte aos mutirões.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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