MATO GROSSO

Governador anuncia Moto 1000 GP no Autódromo Internacional de Mato Grosso

O Autódromo Internacional de Mato Grosso, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, receberá em novembro de 2026 o Moto 1000 GP, maior campeonato de moto velocidade da América Latina.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (25/11) pelo governador Mauro Mendes, acompanhado do vice-governador Otaviano Pivetta, do secretário de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, e de representantes e pilotos do evento.

“Depois da Stock Car, agora é a vez do Moto 1000 GP, e com a vantagem de termos três pilotos mato-grossenses competindo em casa. Isso demonstra o quanto estamos avançando na atração de eventos esportivos de grande porte”, afirmou Mauro Mendes.

O Moto 1000 GP trará mais visibilidade para o estado e um forte impacto na economia local. Com a expectativa de atrair milhares de turistas, o evento reforça a estratégia do governo de fortalecer o setor de turismo e gerar emprego e renda para a população de Cuiabá e de todo o Estado.

“A infraestrutura do autódromo é moderna, segura e foi pensada para abrigar competições internacionais. Isso reforça Mato Grosso no centro do calendário esportivo nacional”, destacou o vice-governador Otaviano Pivetta.

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O Moto 1000 GP será o segundo grande evento realizado no Autódromo Internacional de Mato Grosso em menos de um ano. Neste mês, o local sediou a estreia da primeira corrida noturna do Brasil da Stock Car, com aprovação e elogios de 100% dos pilotos, e mais de 25 mil expectadores que receberam ingressos gratuitamente do Governo do Estado.

Também já estão previstos, para o próximo ano, corridas da Nascar e da Fórmula Truck no autódromo.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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