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Gefron prende dupla por tráfico de drogas e recupera veículo no interior de MT

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) prendeu duas pessoas por tráfico de entorpecentes nesta sexta-feira (15.04) no município de Poconé (104 km de Cuiabá). A ocorrência gerou um prejuízo ao crime de R$ 10,6 mil. 
 
Durante operação Hórus/Vigia, a equipe de força tática em apoio, em patrulhamento urbano, recebeu informações de que na rua Alecrim, no residencial Morro do Gato, havia um homem comercializando entorpecentes. 
 
Diante das informações, os militares conseguiram abordar o suspeito em frente a sua residência e que durante busca pessoal foi encontrado no bolso do mesmo uma porção de substância análoga a cocaína, uma porção de substância análoga a pasta base de cocaína e uma quantia em dinheiro. 
 
O homem relatou que no interior da casa havia mais produtos ilícitos, no entanto afirmou ser de outra pessoa que residia em uma kitnet na rua Mato Grosso, no bairro Bom Pastor. 
 
Em diligência, a equipe se deslocou até a casa e conseguiu localizar o suspeito que saia em uma motocicleta. Com ele, os policiais apreenderam 14 porções de substância análoga a maconha e uma balança de precisão. 
 
Todo material ilícito e os suspeitos foram entregues à Delegacia da Polícia Judiciária Cível de Poconé.  
 
Veículo recuperado
 
Ainda nesta sexta-feira (15.04), em Porto Esperidião (322 km de Cuiabá), durante Operação Hórus/Vigia, em continuidade a força tarefa do Gefron no combate aos crimes de roubos e furtos de veículos na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, a equipe recebeu informações de que havia um veículo Fiat Strada capotado e sem os pneus na MT-265, próximo a Vila Picada.
 
Os policiais foram até o local e encontraram o carro, que em checagem foi constatado que o veículo foi roubado no último dia 11, no município de Pontes e Lacerda. 
 
Diante dos fatos, foi acionado o guincho para retirar o veículo do local e entregue a ocorrência na Delegacia do município de Porto Esperidião. Nesta ocorrência, o prejuízo ao crime foi de R$ 54,4 mil. 
 
Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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