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Gefron apreende mais de 400 quilos de skank e causa prejuízo de R$ 1,8 milhão ao crime

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Uma ação integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) com a Polícia Militar do 12º Comando Regional, a Força Tática Fronteira e a Polícia Federal resultou na apreensão de aproximadamente 405 quilos de entorpecentes e na prisão de um homem por tráfico ilícito de drogas, causando um prejuízo estimado em R$ 1.825.000,00 ao crime organizado. A ocorrência foi registrada na tarde desta terça-feira (21.01), por volta das 16h30, no município de Diamantino (MT), durante um bloqueio policial em uma rodovia da região.

As equipes realizavam um bloqueio policial para fins de fiscalização em uma rodovia nas proximidades do município, com emprego de cães farejadores, quando abordaram um caminhão trator de cor azul que tracionava uma carreta graneleira. Durante a entrevista com o condutor, os policiais perceberam contradições em seu relato sobre o trajeto e a origem da carga.

Diante da suspeita, os cães farejadores foram empregados e indicaram, de imediato, a presença de odor característico de substância entorpecente. Em seguida, foi realizada uma vistoria minuciosa na carga e, ao levantar a lona da carreta, os policiais localizaram fardos com características típicas de entorpecentes, misturados ao material transportado, além de embalagens incompatíveis com o produto declarado.

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Após o aprofundamento das buscas, foram encontrados 14 fardos contendo substância análoga à maconha do tipo skank. Ao todo, foram apreendidos 400 tabletes da droga, com peso aproximado de 405 quilos.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao condutor do caminhão, que foi encaminhado, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia da Polícia Federal em Cuiabá, para as providências legais cabíveis.

O tenente-coronel PM Airton Araújo, subcoordenador do Gefron, destacou que a apreensão reforça a efetividade das ações integradas no Estado.

“Essa ocorrência comprova que, em Mato Grosso, o programa Tolerância Zero é uma realidade. Aqui, traficantes e organizações criminosas não têm vez. O trabalho integrado das forças de segurança tem sido fundamental para sufocar o crime e garantir mais segurança à nossa população”, concluiu.

As apreensões somaram 400 tabletes de substância análoga à maconha do tipo skank, com peso aproximado 400 e valor estimado em 1,2 milhão, além de um caminhão trator Volvo/FH 540 6x4T, de cor azul, avaliado em cerca de 520 mil reais, e um semi-reboque Guerra AG GR, avaliado em aproximadamente 90 mil reais. Ao todo, o prejuízo causado ao crime organizado com a ação foi de 1,8 milhão.

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A apreensão representa mais um duro golpe contra o tráfico de drogas na região e reforça a efetividade das ações integradas das forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças

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A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.

Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.

Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.

Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.

Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.

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“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.

A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.

Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.

Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.

“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.

O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.

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Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.

É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.

A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.

E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.

Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.

E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.

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