MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate 21 incêndios florestais em Mato Grosso nesta terça-feira (15)

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso combate 21 incêndios florestais no Estado nesta terça-feira (15.10). Atuam mais de mil bombeiros, em regime de revezamento, com apoio de brigadistas contratados pelo Governo do Estado e agentes de órgãos federais.

No Pantanal, mais de 120 agentes, entre militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, brigadistas e servidores do Estado, combatem um incêndio em uma área de difícil acesso na Fazenda GCSJ, dentro do Parque Estadual Encontro das Águas, em Poconé. Os agentes contam com apoio aéreo de oito aeronaves, além de máquinas e caminhões-pipa para as ações terrestres.

Os bombeiros também combatem outros incêndios florestais no bioma, sendo um na região da unidade de conservação federal Estação Ecológica de Taiamã, em Cáceres; e em fazendas no município de Barão de Melgaço.

Auxiliam nas ações a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Defesa Civil do Estado, Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Marinha do Brasil e Sesc Pantanal.

Os demais combates são feitos em 12 cidades, sendo elas: Alto Paraguai, Barra do Bugres, Chapada dos Guimarães, Diamantino, Marcelândia, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Rosário Oeste, Santo Antônio do Leverger e União do Sul.

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Monitoramento

O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) monitora com satélites incêndios nas Fazendas Gaspar I e Aurora, em Itanhangá; na Fazenda Idal, em Santa Carmem; nas Fazendas Água do Batelão, São Philipe e Mafra, em Porto dos Gaúchos; no Projeto de Assentamento Zumbi dos Palmares, em Cláudia; na Fazenda Santa Inês, em Nortelândia; na Fazenda Gaúcha, em São José do Rio Claro; na Fazenda Caibi I, em Feliz Natal; no Projeto de Assentamento Wesley Manoel, em Sinop; na Fazenda Pontal III, em Nova Maringá; na Fazenda Três Fronteiras, em Diamantino; na Fazenda Santa Ada, em São José do Xingu; e na Fazenda Riozinho, em São Félix do Araguaia.

Além desses, o Batalhão monitora um incêndio na Terra Indígena Capoto Jarina, em Peixoto de Azevedo, e outro no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. O Corpo de Bombeiros só não entrou nos locais porque é necessária autorização dos órgãos federais.

Todos os incêndios combatidos pelos militares também são monitorados pelo BEA para orientar as equipes em campo.

A estiagem severa e a baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas, e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo. A qualquer indício de incêndio, os bombeiros orientam que a denúncia seja feita pelos números 193 ou 190.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo de uso do fogo, o Corpo de Bombeiros extinguiu 264 incêndios florestais em 70 cidades, sendo elas: Água Boa, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Paraguai, Alto Taquari, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Canarana, Canabrava do Norte, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colniza, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Feliz Natal, Itanhangá, Itiquira, Jaciara, Jauru, Juara, Juína, Juscimeira, Lambari D’Oeste, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Nobres, Nortelândia, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Lacerda, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Olímpia, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Paranaíta, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Planalto da Serra, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santo Antônio do Leste, Santo Antônio do Leverger, São José do Rio Claro, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tesouro, União do Sul, Vera, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica.

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Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 75 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h30, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 50 se concentram na Amazônia, 19 no Pantanal e seis no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Profissionais da SES compartilham alegrias e desafios do trabalho na Saúde de MT

Na Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), 6.662 profissionais se dedicam diariamente para prestar um atendimento de excelência à população de Mato Grosso. Todos eles merecem reconhecimento pelo Dia do Trabalhador, comemorado em 1º de maio.

Entre os servidores, há biólogos, biomédicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, maqueiros, entre outras categorias que prestam serviço em saúde.

Além deles, a SES também conta com advogados, administradores, analistas de sistemas, arquivologistas, arquitetos, assistentes sociais, biblioteconomistas, contadores, economistas, engenheiros, estatísticos, historiadores, motoristas, telefonistas, entre outros profissionais, todos fundamentais para o trabalho de gestão da saúde pública.

“Parabenizamos todos os trabalhadores da Secretaria de Estado de Saúde e reconhecemos o empenho desempenhado em suas funções, para que os cidadãos do Estado sejam atendidos com eficiência nas nossas unidades”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

Para melhorar as condições de trabalho dos servidores e garantir o bom atendimento à população, a Secretaria investiu R$ 51,4 milhões na modernização e ampliação de sua sede em 2,4 mil metros quadrados de área construída. Além disso, a pasta investe na modernização de todas as unidades de saúde mantidas pelo Estado.

Com vasta experiência na área de saúde, a assistente social Eliete Vasconcelos, 63 anos, trabalha no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) desde 1999, onde tem realizado as suas atividades tanto na assistência ao usuário, como na gestão dos serviços.

“Fui gerente por duas vezes, o que me proporcionou um amplo conhecimento das legislações do SUS, especificamente da reabilitação e das atividades desenvolvidas na instituição. Tenho uma paixão enorme pelo SUS, especialmente pelo Cridac. Já tive várias propostas para sair de lá, mas eu creio que a minha missão é permanecer ali até me aposentar. Eu acho que dessa forma eu posso contribuir com o trabalho do Cridac, da SES e do SUS em geral”, contou.


A servidora participou do setor de Educação em Saúde de 2013 a 2022, ajudou a implementar o Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps) e hoje é coordenadora no grupo condutor estadual da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (PCD), em que contribui para a melhoria das atividades desenvolvidas pelas unidades de saúde em prol de PCDs.

“O público-alvo do meu atendimento são os trabalhadores tanto do Cridac, como dos Escritórios Regionais de Saúde, das unidades descentralizadas de reabilitação e dos centros especializados, em que passo informações e orientações, discutimos as políticas vigentes, os projetos terapêuticos singulares, as padronizações dos processos de trabalho. Trabalhamos também dentro do grupo condutor a implantação de habilitação e a implementação da rede de cuidados no Estado”, afirmou.

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A enfermeira Mariinha Batista, 54 anos, trabalha no Hospital Estadual Santa Casa desde 2019 e entende que, para além do paciente, precisa ter um olhar cuidadoso para os acompanhantes, para a sua família.

“Trabalhar na Santa Casa é uma dádiva de Deus, por unir o que eu mais gosto, que é a minha profissão de enfermagem, e saber que estou contribuindo para a recuperação daqueles que procuram os serviços de saúde na nossa instituição”, contou.


A servidora soma 30 anos de experiência na área de enfermagem, mas continua desenvolvendo novas competências todos os dias. “A cada plantão, a gente aprende algo. Isso é muito importante para o nosso desenvolvimento como pessoa, profissional e ser humano. Quando chego no final de cada plantão e vejo o paciente com um largo sorriso, agradecendo pelo ótimo atendimento, dizendo que está melhor e não sente mais dores, isso não tem preço. Eu vou para a minha casa com o coração pulando de alegria”, disse.

Ela lamentou as situações tristes que, às vezes, acontecem. “Também tem aquelas situações que, infelizmente, a gente sai em lágrimas: o momento da perda que existe na nossa área. Já aconteceu comigo de eu ter que ir no outro cômodo chorar, lavar o rosto e voltar para fazer o acolhimento daquela família que teve a perda do seu ente querido”, confessou.

Mariinha considera que a equipe da Santa Casa é muito competente e comprometida, que trabalha sempre na mesma sintonia para o bem de todos que procuram o atendimento da unidade.

“A Santa Casa é um hospital de suma importância para o atendimento de toda a população, não só de Mato Grosso, mas sim do Brasil. Temos paciente de vários Estados. Hoje sou uma profissional realizada, amo a minha profissão e estou em um dos melhores hospitais da região”, concluiu.

A enfermeira Rosimeire Krause, 56 anos, sendo 31 anos no MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, destaca a relação de respeito com os pacientes.

“Minha relação com os usuários é pautada no respeito, na escuta e no acolhimento, especialmente por se tratar de um serviço que envolve tanto a solidariedade dos doadores quanto a vulnerabilidade dos pacientes”, avaliou.

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A servidora trabalha desde 2018 na área de gestão da qualidade do hemocentro. “Nesse papel, trabalho na implementação de ferramentas voltadas para a melhoria contínua dos processos, sempre com foco na segurança, eficiência e qualidade do atendimento do MT Hemocentro”, afirmou.

Rosimeire já atuou diretamente na assistência, executando, supervisionando e avaliando os procedimentos hemoterápicos no atendimento a doadores de sangue e também no acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças hematológicas, especialmente em transfusão sanguínea.

“Esse contato direto com o público sempre foi muito significativo para mim, pois permitiu compreender de perto as necessidades dos usuários e ajudar a proporcionar um atendimento mais humanizado. Acredito que minha trajetória contribui para o fortalecimento dos serviços de hemoterapia no Estado, principalmente por aliar experiência prática, gestão e qualidade”, avaliou.

Já a biomédica Dilma de Alencar, 59 anos, trabalha no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT), também da SES-MT, há 25 anos.

“A minha experiência na SES foi muito boa porque nesses 25 anos eu aprendi muito e todos os dias eu aprendo mais. Todo dia é um aprendizado. É muito gratificante trabalhar no Lacen, fazer parte da SES e servir o público, atender e ver que você conseguiu chegar no resultado final rapidamente”, afirmou.


A servidora é a responsável técnica pela recepção das amostras para a realização dos exames no Lacen; ela presta todos os esclarecimentos necessários e tira as dúvidas de representantes dos 142 municípios.

“Eu preconizo que ninguém fique sem resposta e que todos sejam bem atendidos. Eu sempre falo para a minha equipe: ‘vamos nos colocar no lugar dos outros, vamos pensar que poderia ser um exame meu, do meu filho, de uma família’. Então sempre tenho este olhar de me colocar no lugar do outro, de estar ali esperando alguém me dar uma resposta sobre o exame”, avaliou.

Dilma destacou a importância da união de toda a equipe para o excelente desempenho do Lacen. “Eu tenho 25 anos como funcionária pública e nunca faltei ao serviço porque simplesmente não quis ir trabalhar. É muito gratificante, eu amo o que eu faço”, concluiu a profissional.

Fonte: Governo MT – MT

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