MATO GROSSO

Colégio entregue pelo Governo de MT possui identificação dos espaços em Braile e piscina semiolímpica

O Colégio Integrado Ilza Therezinha Picolli, na região do CPA, em Cuiabá, possui piscina semiolímpica para que os estudantes possam fazer aulas de natação e também recursos de acessibilidade em todos os ambientes, como a identificação dos espaços em Braile. Esses são alguns diferenciais da obra entregue na última sexta-feira (21.06) pelo Governo de Mato Grosso.

A piscina, primeira semiolímpica da rede estadual, possui 25 metros de comprimento e 12,5 metros de largura. A aula de natação faz parte da disciplina de Educação Física. O estudantes podem optar pelo esporte que desejam fazer, podendo definir também por basquete, volei, e outras modalidades oferecidas.
Foto: Antônio Pinheiro/Secom-MT

A moderna estrutura da unidade de ensino inclui laboratórios, quadra poliesportiva, Smart TVs e Chromebooks, garantindo acessibilidade total tanto em áreas internas quanto externas.

A inclusão de acessibilidade e sinalização em Braile tornou-se um requisito obrigatório da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para novas escolas reformadas.
Escola é a primeira construída em sistema modular – Foto: Michel Alvim/Secom-MT

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Este colégio é a primeira das cinco escolas projetadas no sistema modular de superestruturas em pré-moldados pela Secretaria de Educação de Mato Grosso.

A unidade tem capacidade para atender 1.700 alunos do ensino fundamental e médio, além de programas de educação de jovens e adultos.
Foto: Michel Alvim/Secom-MT

Com um investimento de R$ 17 milhões, a construção foi concluída em 180 dias, reafirmando o compromisso do governo estadual com uma educação de qualidade. A obra contou com a parceria da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), com a disponibilização da mão de obra de reeducandos.
Foto: Michel Alvim/Secom-MT

A estudante do 9º ano, Isadora Vitória, destacou a motivação trazida pela nova estrutura. “É uma estrutura melhor, com mais atrativos, como piscina, quadra boa e laboratório, coisas que não tínhamos antes. Isso nos dá muito ânimo para acordar cedo e vir para cá estudar”, afirmou a estudante.Foto: Michel Alvim/Secom-MT

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Missão empresarial liderada pela Cônsul da Indonésia inicia aproximação com mineradores de Mato Grosso

Empresas que já atuam na compra de ouro, cobre e manganês brasileiros buscam ampliar sua rede de fornecedores em Mato Grosso por meio de relações comerciais de longo prazo.

Mato Grosso recebeu nesta semana uma missão empresarial internacional voltada à ampliação das relações comerciais entre produtores brasileiros e empresas que atuam no mercado internacional de minerais. A agenda foi liderada por Isadora Coimbra, empresária e Cônsul da Indonésia, que representa empresas de Dubai interessadas em ampliar sua rede de fornecedores no Estado e fortalecer relações comerciais de longo prazo.

A programação reuniu representantes do setor mineral, empresários, autoridades e instituições públicas em um ambiente voltado à aproximação entre o mercado brasileiro e investidores internacionais. Participaram da agenda, entre outras lideranças, a advogada empresarial Athena Campos, com atuação em relações e negócios internacionais, Taís Costa, diretora de Assuntos Internacionais da Presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, e Bruna Moraes, assessora internacional do Governo do Estado.

O evento também marcou o lançamento da unidade do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) em Mato Grosso, fortalecendo a organização institucional da cadeia mineral e ampliando o diálogo entre iniciativa privada, entidades representativas e poder público.

Após as agendas institucionais, Athena Campos passou a atuar na aproximação entre a missão empresarial e mineradores mato-grossenses, iniciando as tratativas para estruturar futuras oportunidades comerciais entre produtores locais e as empresas representadas pela missão.

Segundo Athena, o interesse demonstrado pelas empresas internacionais representa uma oportunidade importante para ampliar a inserção de Mato Grosso no mercado global de minerais.

Na avaliação da advogada, o interesse internacional não está relacionado apenas ao potencial produtivo do Estado, mas também à evolução da mineração mato-grossense nos últimos anos, com operações que já trabalham dentro de padrões exigidos pelo mercado internacional.

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“As empresas já possuem uma atuação consolidada na aquisição de minerais brasileiros. O interesse agora é ampliar essa atuação em Mato Grosso, aproximando novos fornecedores e construindo uma presença cada vez mais forte no Estado. O que desperta esse interesse não é apenas o volume de produção, mas a existência de produtores que já operam com rastreabilidade, documentação, certificações e padrões compatíveis com as exigências do mercado internacional.”

Segundo Athena, o objetivo vai além da prospecção de fornecedores. A proposta é ampliar o número de produtores mato-grossenses preparados para acessar o mercado internacional, criando uma estrutura jurídica e operacional que permita novas oportunidades de exportação.

“Nossa proposta vai além de aproximar empresas estrangeiras de produtores que já exportam. Queremos também contribuir para estruturar jurídica e operacionalmente mineradores que ainda não acessam o mercado internacional, criando condições para que possam exportar diretamente, seja para Dubai ou para outros mercados.”

Ela explica que esse processo envolve uma estrutura técnica ampla, capaz de oferecer segurança, previsibilidade e conformidade para todas as partes envolvidas.

“Toda operação internacional exige uma estrutura jurídica consistente. Estamos falando de due diligence, análise documental, estruturação contratual, avaliação regulatória, compliance e de todos os mecanismos necessários para que essas operações sejam realizadas dentro dos padrões exigidos pelo mercado internacional.”

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Outro aspecto observado durante as conversas com produtores foi a importância das relações de longo prazo já existentes no setor mineral brasileiro. Segundo Athena, esse mercado é tradicionalmente construído sobre confiança, histórico de relacionamento e conhecimento da realidade operacional de cada região.

“O mercado mineral não funciona apenas pela lógica de quem paga mais. Existem relações construídas ao longo de muitos anos entre produtores e compradores, que envolvem confiança, apoio ao desenvolvimento da produção e presença constante junto ao setor. Qualquer empresa que queira construir uma atuação sólida no Brasil precisa compreender essa dinâmica e desenvolver esse relacionamento ao longo do tempo.”

Na avaliação da advogada, o movimento iniciado pela missão empresarial representa uma oportunidade de fortalecer não apenas negócios específicos, mas todo o ambiente de internacionalização da mineração mato-grossense.

“O objetivo não é apenas criar novas rotas de comercialização. É ampliar a presença da mineração mato-grossense no mercado internacional, permitindo que um número cada vez maior de produtores tenha acesso direto às oportunidades globais. Quando conseguimos estruturar esse caminho com segurança jurídica e previsibilidade, fortalecemos toda a cadeia mineral do Estado.”

As tratativas iniciadas durante a missão deverão continuar nas próximas semanas, com novas reuniões entre representantes das empresas internacionais e mineradores mato-grossenses, dando sequência à estruturação das futuras parcerias e à ampliação da presença de Mato Grosso no mercado internacional de minerais.

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