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Alvo da Operação Guinada tem prisão cumprida pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um integrante de organização criminosa, apontado como principal alvo da Operação Guinada, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil em Cuiabá, nesta terça-feira (03.09), em trabalho conjunto das Delegacias de Rosário Oeste, Nobres e Gerência de Polinter e Capturas (Gepol).

O suspeito D.M.C., de 25 anos, conhecido como “Guina” ou “Mectref”, é considerado criminoso de alta periculosidade e era procurado na região de Diamantino, Nobres e Rosário Oeste. O foragido foi localizado pelos policiais da Polinter em um endereço no bairro Primeiro de Março, em Cuiabá.

A operação Guinada foi deflagrada, no dia 20 de agosto, com base em investigação conduzida pela Delegacia de Rosário Oeste e a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). É um desdobramento dos elementos probatórios reunidos na Operação Castelo de Areia, deflagrada em janeiro do ano passado.

A investigação tinha como alvo um grupo envolvido com o tráfico de drogas e organização criminosa, que age em municípios da baixada cuiabana. O suspeito preso, nesta terça-feira (03), atuava como disciplina (pessoa responsável por receber valores e aplicar castigos) do grupo criminoso.

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“A prisão do foragido representa uma grande baixa para a organização criminosa”, destacou a delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzzi.

Os delegado de Rosário Oeste e Nobres, Márcio Henrique Portela e Rogério Gomes respectivamente, continuam com as investigações e trabalham em conjunto com foco em desarticular a organização criminosa.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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