ECONOMIA
Gecex delibera sobre cronograma de elevação tarifária para carros elétricos e híbridos importados
O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) deliberou nesta quarta-feira (30/7) pela antecipação em um ano e meio do fim do cronograma de elevação tarifária para veículos elétricos e híbridos importados, atendendo parcialmente ao pleito apresentado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Com base em tal medida, veículos híbridos ou elétricos, sejam montados ou desmontados, passam a recolher imposto de importação de 35% a partir de janeiro de 2027, e não mais em julho de 2028, como anteriormente previsto.
Em contraponto, o colegiado deliberou pela aplicação de quotas adicionais de importação com alíquota zero para veículos desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD), pelo prazo de 6 meses, em um somatório de US$ 463 milhões, deixando de acolher outros pleitos.
Com a antecipação do cronograma, o Gecex busca adequar a política tarifária aos investimentos esperados para os próximos anos no setor automotivo do país, trazendo novas tecnologias para o consumidor e cada vez mais adensamento à cadeia produtiva nacional.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
ECONOMIA
Governo lança padrão nacional para avaliar e acreditar avanço digital nas empresas
O Brasil acaba de ganhar um padrão nacional para avaliar o nível de digitalização das empresas que operam no país. Portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), publicada na segunda-feira (6/4), institui o Programa de Classificação da Maturidade da Indústria 4.0, que poderá ser usado para medir avanços digitais nos processos produtivos. Atualmente, no Brasil, a avaliação de maturidade tecnológica segue diferentes metodologias, algumas utilizando padrões e acreditações de institutos europeus.
A elaboração de um programa brasileiro atende a uma demanda do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e está alinhada a iniciativas de políticas públicas coordenadas pela pasta, entre elas a Nova Indústria Brasil (NIB) e o Brasil Mais Produtivo. Ele também servirá para atestar investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) por empresas beneficiárias da Lei de TICs, entre elas as localizadas na Zona Franca de Manaus.
“Trata-se de uma ferramenta crucial para quem produz e monitora políticas públicas industriais, e que deveremos incorporar nas avaliações da Missão 4 da NIB, sobre Transformação Digital, aprimorando as métricas que já utilizamos”, afirma Luis Felipe Giesteira, secretário adjunto de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC.
O programa é baseado em critérios técnicos estruturados, com possibilidade de certificação, e permite que empresas identifiquem seu estágio de maturidade na adoção de tecnologias digitais a partir de três eixos: Processo, Tecnologia e Organização. O modelo contou com contribuições da indústria e da academia.
“Pela primeira vez, temos um modelo brasileiro para avaliação da maturidade digital, com todo o processo feito por uma instituição pública altamente capacitada e reconhecida, que é o Inmetro”, afirma Cristiane Rauen, diretora do Departamento de Transformação Digital e Inovação do MDIC. “Isso, além de baratear os custos para as empresas brasileiras, ainda nos permitirá medir com mais precisão e abrangência os avanços nessa área”.
Referência
De acordo com o presidente do Inmetro, Márcio André Oliveira Brito, a iniciativa responde à necessidade de criar uma referência nacional clara e acessível para medir a transformação digital da indústria brasileira, diante das dificuldades de aplicação de modelos internacionais e da baixa oferta de organismos de avaliação.
“Trata-se de um instrumento que qualifica as políticas públicas, orienta investimentos e impulsiona a competitividade da indústria brasileira, alinhando o país às exigências de uma neoindustrialização pautada por métricas, prioridades e visão de longo prazo”, pontuou Brito.
Metodologia
O modelo prevê a utilização de questionários padronizados e evidências objetivas para garantir a confiabilidade dos resultados, permitindo comparações entre diferentes organizações e setores. A certificação poderá ser realizada pelo próprio Inmetro ou por organismos acreditados.
A metodologia é estruturada em regras e critérios públicos e acessíveis, oferecendo uma base comum para diagnóstico, comparação e planejamento da transformação digital.
As empresas interessadas em obter a classificação da maturidade quanto ao uso das tecnologias digitais podem acessar o serviço no site do Inmetro, na página sobre Tecnologia da Informação e Telecomunicações.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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