ECONOMIA

Ratificação do Acordo de Livre Comércio entre MERCOSUL e Singapura – Nota Conjunta MRE/MDIC/MAPA

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O Brasil depositou, em 30/6, junto ao governo do Paraguai, o instrumento de ratificação do Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e Singapura. O depósito conclui o processo de ratificação brasileiro e evidencia o compromisso do país com a diversificação das parcerias econômicas e com o fortalecimento das relações comerciais do Brasil com diferentes regiões do mundo.

Trata-se do primeiro acordo firmado pelo MERCOSUL com um país do Sudeste Asiático, abrindo nova frente de expansão de parcerias e assegurando tarifa zero a 100% das exportações brasileiras para Singapura.

O Acordo prevê mecanismo de vigência bilateral entre os países que já o tenham ratificado. Para o Brasil, o Acordo com Singapura entrará em vigor em 1º de agosto.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Singapura totalizou US$ 10,7 bilhões, com superávit de US$ 4,1 bilhões para o Brasil e exportações no valor total de US$ 7,4 bilhões. Os principais produtos exportados pelo Brasil foram óleos combustíveis, máquinas e equipamentos e carnes de aves, suína e bovina.

Com a entrada em vigor dos acordos do MERCOSUL com União Europeia, EFTA e Singapura, a corrente de comércio brasileira beneficiada por preferências comerciais passará de 12% para 31,2%.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios

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Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.

Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.

Energia, gás e logística em debate

A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.

O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.

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Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.

Setor produtivo participa do debate

Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.

Nova Agenda

A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.

A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.

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Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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