ECONOMIA

Empresas brasileiras e chinesas debatem parcerias em soluções de Inteligência Artificial

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Empresas brasileiras e chinesas intensificaram conversas para cooperação e parcerias em aplicações de Inteligência Artificial, durante evento realizado na semana passada na sede do Serpro, em Brasília, a partir de articulação entre Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC); Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); Ministério das Relações Exteriores (MRE); e Casa Civil da Presidência da República.

O encontro aconteceu no contexto de implementação de políticas públicas que promovem a soberania tecnológica e tecnológico em Inteligência Artificial, e tem como origem um acordo de cooperação bilateral entre Brasil e China nessa área.

Intitulado China-Brazil Application Cooperation Centre on Artificial Intelligence (Centro de Cooperação em Aplicações de Inteligência Artificial Brasil-China), o encontro deu continuidade a diálogo iniciado no ano passado, durante a presidência brasileira do BRICS.

Durante o evento, o secretário Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, destacou o interesse do Brasil em promover parcerias estratégicas para desenvolver, no país, tecnologias de ponta ligadas à indústria 4.0, no escopo das missões da Nova Indústria Brasil (NIB), especialmente a Missão 4 (Transformação Digital).

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“Essas parcerias com empresas nacionais e multinacionais são importantes, desde que o Brasil ganhe com isso”, frisou. Ele falou também sobre a importância do programa Redata para a construção de datacenters no Brasil, com critérios de sustentabilidade e focado do desenvolvimento de cadeias produtivas no país.

Oportunidades

Os temas discutidos nessa no evento foram “infraestrutura computacional em IA” e “modelos de IA”. 

As empresas chinesas no evento situam-se na vanguarda tecnológica mundial, trazendo oportunidades potenciais às empresas brasileiras em áreas como infraestrutura tecnológica e conectividade, soluções de IA para eficiência operacional e melhoria de serviços, soluções para uso e compartilhamento de dados, incluindo o desenvolvimento de espaço de dados.

Participaram dos debates de das rodadas de negócios: Huawei, Iflytek, Petrobras, Magalu, Ceia, Cimatec, Widelabs, CPQD, Eldorado, Positivo e SoberanIA.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

MDIC abre participação social para definir ações de melhoria regulatória até 2030

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) convida cidadãos, setor produtivo, órgãos públicos, instituições acadêmicas e entidades da sociedade civil a contribuir para a definição das ações que vão orientar a melhoria regulatória no país nos próximos anos. As contribuições podem ser enviadas até 18 de setembro, pela plataforma Brasil Participativo

Os interessados podem participar da Tomada Pública de Subsídios para a elaboração do Plano de Ações 2027-2030 da Estratégia Nacional de Melhoria Regulatória. A iniciativa é conduzida pelo Comitê Gestor do Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação (PRO-REG) e amplia a participação da sociedade na definição das prioridades da agenda regulatória.

As contribuições poderão incluir propostas de ações relacionadas aos objetivos específicos estabelecidos pela Estratégia Nacional de Melhoria Regulatória. A participação de diferentes setores da sociedade busca reunir experiências, demandas e sugestões capazes de contribuir para o fortalecimento da qualidade da regulação e o aprimoramento do ambiente de negócios no país.

As sugestões recebidas serão analisadas pela Secretaria-Executiva do PRO-REG e poderão subsidiar a elaboração da proposta do Plano de Ações 2027-2030. O documento seguirá posteriormente para apreciação do Comitê Gestor.

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A participação social é uma etapa importante para construir uma agenda regulatória alinhada às necessidades do Estado, do setor produtivo e da sociedade. As contribuições ajudam a identificar prioridades e a definir ações para tornar a regulação mais eficiente, previsível e adequada aos desafios dos próximos anos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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