CUIABÁ

Prefeito Emanuel Pinheiro lamenta morte da primeira auditora fiscal de Cuiabá

Publicados

em

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu com muita tristeza a notícia sobre a morte da aposentada  Alci Delamônica Vendramini, aos 76 anos, que era carinhosamente conhecida por Cecy. Ela foi a primeira auditora fiscal do município. ‘Dona Cecy’ sofreu um acidente doméstico na terça-feira (13) falecendo pouco depois. 
 
Em nome da família Pinheiro, o prefeito pede a Deus  para que conforte aos familiares e amigos neste momento de muita dor. “Minha amiga dona Alci, gostava muito dela. Era uma funcionária muito exemplar, trabalhou por décadas na Prefeitura, muito ética e honrosa. Peço a Deus, que conforte o coração de todos neste momento. Ela será sempre lembrada por ter sido uma mulher guerreira e por ser a primeira mulher a ocupar o cargo de auditora fiscal em Cuiabá”, lamentou o gestor.
 
Cecy era casada com José Carlos Vendramini e tinha três filhas: Daniela, Andréa e Renata De Lamônica Vendramini.  
Ela foi a primeira mulher a exercer o cargo de  Auditora de Tributos da Prefeitura Municipal De Cuiabá e contribuiu por 35 anos na instituição e estava aposentada há 24 anos. A família ainda irá divulgar informações sobre o velório e o sepultamento. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá convoca 337 novos professores; confira à relação
Propaganda

CUIABÁ

Justiça mantém Rodoviária do Coxipó funcionando e rejeita pedido de fechamento imediato

Magistrado considerou que não há comprovação de risco iminente aos passageiros, mas determinou audiência para discutir a regularização do terminal em Cuiabá

Publicados

em

A Justiça de Mato Grosso negou, por enquanto, o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. A decisão permite a continuidade dos embarques, desembarques e da comercialização de passagens, apesar dos questionamentos sobre a regularidade administrativa e as condições estruturais do terminal.

A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, que considerou não haver elementos suficientes para comprovar risco concreto e imediato à segurança dos usuários.

Na ação, o Ministério Público questiona o funcionamento da estrutura administrada pela RM Transportes e Turismo Ltda. Segundo o órgão, o terminal opera sem autorização administrativa vigente e apresenta problemas relacionados à acessibilidade, às instalações elétricas e hidrossanitárias, à conservação e à prevenção de incêndios.

As irregularidades começaram a ser investigadas em 2022. Entretanto, ao analisar o pedido de suspensão imediata, o magistrado destacou que a situação já é conhecida pelas autoridades há mais de quatro anos, sem a apresentação recente de fatos novos que demonstrem perigo iminente aos passageiros.

Leia Também:  Ouvidoria de Saúde de Cuiabá informa novos canais de atendimento

Outro ponto considerado foi a realização de melhorias identificadas durante a própria investigação do Ministério Público.

Um relatório técnico elaborado em 2026 registrou a instalação de extintores de incêndio, luminárias, bebedouro e tomadas, além da substituição de cadeiras utilizadas pelos passageiros.

Para o juiz, essas intervenções devem ser consideradas na avaliação da necessidade de interromper o funcionamento do terminal.

Apesar de negar a medida urgente, o magistrado ressaltou que a decisão não significa o reconhecimento da regularidade da rodoviária. A suspensão das atividades poderá ser novamente analisada caso sejam apresentados novos elementos que comprovem riscos aos usuários ou impedimentos legais para a continuidade da operação.

Audiência discutirá regularização

Diante das questões administrativas e estruturais envolvidas, a Justiça marcou uma audiência de conciliação para o dia 18 de novembro, às 16h30.

O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Governo de Mato Grosso, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), da Sinart e da RM Transportes.

Durante a audiência, os envolvidos deverão apresentar alternativas para regularizar o terminal, executar as adequações ainda necessárias e estabelecer, se for o caso, um período de transição.

Leia Também:  Feira valoriza venda direta do produtor na Praça Alencastro

Também deverão ser discutidas medidas para garantir a continuidade do atendimento aos passageiros, caso sejam necessárias mudanças na operação.

A decisão ainda determinou que o Estado e a Ager se manifestem sobre o pedido da RM Transportes para ingressar formalmente no processo como assistente.

A empresa defende a manutenção das atividades e afirma estar disposta a participar da construção de uma solução consensual.

Com a decisão, a Rodoviária do Coxipó permanece em funcionamento enquanto a Justiça acompanha as providências necessárias para solucionar as pendências apontadas pelo Ministério Público.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA