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Nova linha de ônibus A75 começa a operar no Pedra 90 em Cuiabá

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A linha de ônibus A75 começou a operar nesta segunda-feira (25) e será responsável pela integração de toda a região do Pedra 90. A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), implementou a nova linha com o objetivo de oferecer transporte público de qualidade e excelência aos moradores que utilizam o ônibus tanto para trabalhar quanto para lazer, atendendo a uma área de grande abrangência populacional.

“Como Diretoria de Transportes, que atua diretamente com as empresas prestadoras de serviço na capital, identificamos que ainda existem setores no Pedra 90 sem pavimentação e onde o transporte público está distante da população”, destacou o diretor de Transportes da Semob, Nicolau Budib.

Segundo Nicolau, a linha A75 tem a função de ser alimentadora, conectando os bairros que interligam os residenciais São Paulo e o Juca do Guaraná ao ponto final próximo ao Colégio Malik Didier Namer Zahafi. Essa integração facilitará o acesso de estudantes e moradores mais isolados ao ponto central de integração, de onde poderão realizar conexões para outras áreas.

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“Por se tratar de uma linha alimentadora, os usuários podem realizar até duas integrações adicionais para chegar ao centro de Cuiabá ou à cidade de Várzea Grande, pagando apenas uma passagem”, explicou o diretor.

A expectativa da Semob é atender entre 5 e 10 mil pessoas diariamente com a nova linha, beneficiando principalmente o público interno da região.

“Estamos priorizando as pessoas, e nada mais justo do que oferecer uma nova linha para atender a população local. Antes, muitas localidades estavam desconectadas do restante da cidade, mas hoje o cenário é completamente diferente”, afirmou o prefeito de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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