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CCJR delibera sobre 8 projetos durante encontro

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01/03/2024
CCJR delibera sobre 8 projetos durante encontro
Na manhã de quarta-feira (28.02), foi realizada a Comissão de Constituição, Justiça e Redação – CCJR na Câmara Municipal de Cuiabá. Os parlamentares se reuniram para discutir sobre oito processos.&nbsp
Participam da Comissão os vereadores Jeferson Siqueira (PSD), Lilo Pinheiro (PDT) e Ricardo Saad (PSDB), todos com a coordenadoria da Dra. Fabiana Orlandi.
Deliberação dos processos abaixo:&nbsp
1) Processo nº 253/2024 – Relator: Lilo Pinheiro
Projeto de Lei de autoria do vereador Mario Nadaf (PV) que: dispõe sobre a obrigatoriedade de disponibilização de assentos em locais determinados aos portadores de Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade nas unidades escolares do município de Cuiabá. (Aprovado)
2) Processo nº 31726/2023 – Relator: Lilo Pinheiro
Projeto de Lei de autoria do vereador Dilemário Alencar (Podemos) que: dispõe sobre a divulgação de laudos técnicos de vistorias realizadas em equipamentos públicos como pontes, viadutos e passarelas, no sítio eletrônico oficial do poder executivo do município de Cuiabá e dá outras providências. (Aprovado)
3) Processo nº 39125/2023 – Relator: Lilo Pinheiro
Projeto de Lei de autoria do vereador Ricardo Saad (PSDB) que: declara de Utilidade Pública Municipal o SINDILIMP/MT – Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Urbana, Limpeza Pública, Áreas Verdes e Ambiental do Estado de Mato Grosso. (Aprovado com emenda)
4) Processo nº 254/2024 – Relator: Ricardo Saad
Projeto de Lei de autoria do vereador Mario Nadaf (PV) que: declara de Utilidade Pública Municipal a Associação Sem Fins Lucrativos denominada “Seven Instituto”. (Saneamento)
5) Processo nº 37728/2023 – Relator: Ricardo Saad
Projeto de resolução de autoria do vereador Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania) que: institui o Título Honorífico Comenda Firmo Pinto Duarte Filho “Padre Firmo”. (Aprovado com emenda)
6) Processo nº 2141/2024 – Relator: Ricardo Saad
Projeto de Lei Complementar de autoria do vereador Sargento Vidal (MDB) que: dispõe sobre a reestruturação do Conselho Municipal de Políticas sobre drogas e criação do fundo municipal sobre drogas e dá outras providências. (Rejeitado)
7) Processo nº 2324/2024 – Relator: Jeferson Siqueira&nbsp
Projeto de Lei de autoria do Executivo Municipal que dispõe sobre a criação do Bairro Florais no município de Cuiabá, e dá outras providências. (MSG 07/2024). (Aprovado com emenda)
8) Processo nº 3317/2024 – Relator: Jeferson Siqueira
Projeto de Lei Complementar de autoria do Executivo Municipal que: regulamenta o §1º do art. 5º Lei Complementar n.º 500, de 12 de novembro de 2021, que institui o regime de previdência complementar no âmbito do município de Cuiabá/MT fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime de previdência de que trata o art. 40 da constituição federal autoriza a adesão o plano de benefícios de previdência complementar, e dá outras providências e institui o benefício especial pela adesão patrocinada ao regime de previdência complementar do município de Cuiabá/MT (MSG 09/2024). (Saneamento)
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça mantém Rodoviária do Coxipó funcionando e rejeita pedido de fechamento imediato

Magistrado considerou que não há comprovação de risco iminente aos passageiros, mas determinou audiência para discutir a regularização do terminal em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso negou, por enquanto, o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. A decisão permite a continuidade dos embarques, desembarques e da comercialização de passagens, apesar dos questionamentos sobre a regularidade administrativa e as condições estruturais do terminal.

A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, que considerou não haver elementos suficientes para comprovar risco concreto e imediato à segurança dos usuários.

Na ação, o Ministério Público questiona o funcionamento da estrutura administrada pela RM Transportes e Turismo Ltda. Segundo o órgão, o terminal opera sem autorização administrativa vigente e apresenta problemas relacionados à acessibilidade, às instalações elétricas e hidrossanitárias, à conservação e à prevenção de incêndios.

As irregularidades começaram a ser investigadas em 2022. Entretanto, ao analisar o pedido de suspensão imediata, o magistrado destacou que a situação já é conhecida pelas autoridades há mais de quatro anos, sem a apresentação recente de fatos novos que demonstrem perigo iminente aos passageiros.

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Outro ponto considerado foi a realização de melhorias identificadas durante a própria investigação do Ministério Público.

Um relatório técnico elaborado em 2026 registrou a instalação de extintores de incêndio, luminárias, bebedouro e tomadas, além da substituição de cadeiras utilizadas pelos passageiros.

Para o juiz, essas intervenções devem ser consideradas na avaliação da necessidade de interromper o funcionamento do terminal.

Apesar de negar a medida urgente, o magistrado ressaltou que a decisão não significa o reconhecimento da regularidade da rodoviária. A suspensão das atividades poderá ser novamente analisada caso sejam apresentados novos elementos que comprovem riscos aos usuários ou impedimentos legais para a continuidade da operação.

Audiência discutirá regularização

Diante das questões administrativas e estruturais envolvidas, a Justiça marcou uma audiência de conciliação para o dia 18 de novembro, às 16h30.

O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Governo de Mato Grosso, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), da Sinart e da RM Transportes.

Durante a audiência, os envolvidos deverão apresentar alternativas para regularizar o terminal, executar as adequações ainda necessárias e estabelecer, se for o caso, um período de transição.

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Também deverão ser discutidas medidas para garantir a continuidade do atendimento aos passageiros, caso sejam necessárias mudanças na operação.

A decisão ainda determinou que o Estado e a Ager se manifestem sobre o pedido da RM Transportes para ingressar formalmente no processo como assistente.

A empresa defende a manutenção das atividades e afirma estar disposta a participar da construção de uma solução consensual.

Com a decisão, a Rodoviária do Coxipó permanece em funcionamento enquanto a Justiça acompanha as providências necessárias para solucionar as pendências apontadas pelo Ministério Público.

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