AGRONEGÓCIO
Senar assina acordo para levar Assistência Técnica e Gerencial a produtores de São Paulo
Brasília (05/05/2022) – O Sistema CNA/Senar e o Sistema Faesp/Senar assinaram um termo de adesão e compromisso para levar Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) a produtores rurais do Estado de São Paulo.
O documento foi assinado pelo diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, pelo vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, e pelo Superintendente do Senar-SP, Mário Antônio Biral, durante a feira Agrishow 2022, em Ribeirão Preto.

“A adesão às ações de ATeG é um grande avanço do Senar-SP, que agora poderá ofertar mais um serviço aos produtores do Estado. A iniciativa vai levar conhecimento, novas tecnologias e proporcionar mais qualidade de vida para os produtores e suas famílias. É dessa forma que a agropecuária do país cresce”, afirmou a diretora de ATeG do Senar, Andrea Barbosa Alves.
Para o superintendente do Senar-SP, Mário Biral, essa é mais uma importante parceria com o Sistema CNA/Senar que vai ao encontro de ações em prol da sustentabilidade do setor e dos produtores.
“Inicialmente serão trabalhadas quatro cadeias produtivas: cafeicultura, bovinocultura de leite, agroindústria e olericultura. Os técnicos já iniciaram os estudos para a implantação de projetos-pilotos junto a rede sindical em todo o Estado”, disse.
A ATeG foi desenvolvida com foco na implantação de um modelo de operação e gestão da atividade produtiva principal nas propriedades rurais, englobando todos os processos da atividade produtiva, possibilitando a realização de ações efetivas, nas áreas produtiva, econômica, social e ambiental, e nos processos de gestão de negócio.
Clique aqui e conheça o programa de ATeG do Senar.
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AGRONEGÓCIO
Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%
Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.
O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.
Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.
A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.
O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.
As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç
Fonte: Pensar Agro
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