AGRONEGÓCIO

Ribeirão Preto prepara o Agrishow 2025

Ribeirão Preto (315km da capital, São Paulo) vai realizar entre os dias 28 de abril e 2 de maio, o Agrishow 2025, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina. Será a 30ª edição da feira, consolidada como um dos eventos mais aguardados do setor. Com o tema “O Futuro do Agro de A a Z”, reunindo inovações, oportunidades de negócios e debates estratégicos para o desenvolvimento do campo.

Os ingressos para o evento começam a ser vendidos no site oficial, a partir do próximo dia 20. Até 23 de fevereiro, o valor da entrada para cada dia será de R$ 70,00. Após essa data, os preços sobem para R$ 80,00 no segundo lote, e, durante os dias de feira, os ingressos custarão R$ 140,00 na bilheteria.

A organização também oferece opções de estacionamento antecipado, com valores entre R$ 70,00 e R$ 110,00 por dia, dependendo do tipo de veículo. Pacotes VIP Valet, que garantem acesso facilitado, estão disponíveis por R$ 550,00 para todos os dias de evento.

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A expectativa para esta edição é superar os números de 2024, quando a feira movimentou R$ 13,6 bilhões em intenções de negócios, com um público de cerca de 195 mil visitantes. Produtores rurais de todo o Brasil e do exterior marcaram presença, destacando a força do agronegócio como motor da economia nacional.

A feira promete ser um palco para grandes lançamentos tecnológicos e soluções voltadas para a produtividade sustentável, reafirmando seu papel como referência para pequenos, médios e grandes produtores.

Serviço:
Agrishow 2025 
Data: 28 de abril a 2 de maio de 2025
Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP)
Horário: das 8h às 18h
Ingressos: Disponíveis no site oficial a partir de R$ 70,00 (primeiro lote)

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

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Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

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Fonte: Pensar Agro

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