AGRONEGÓCIO

Publicação amplia alcance global e reforça papel de comunicação no agro

A nova edição da Revista Pensar Agro chega ao público reafirmando um compromisso que, edição após edição, vem se consolidando como marca registrada da publicação: oferecer informação qualificada, isenta e livre de vieses ideológicos para leitores do Brasil e do exterior. O crescimento estatístico da plataforma confirma essa trajetória — a revista já ultrapassou a marca de 50 países alcançados, expandindo sua presença internacional ao mesmo tempo em que mantém diálogo direto com produtores, técnicos, estudantes, lideranças e formadores de opinião do agronegócio.

O avanço ocorre em um momento em que o setor demanda comunicação confiável e baseada em fatos. Em meio a debates cada vez mais polarizados, a Pensar Agro se posiciona como ponte entre o campo e a sociedade, entregando conteúdo apurado e transparente. Esse papel ganha ainda mais relevância diante das transformações que moldam o futuro da agropecuária brasileira e impactam sua atuação global.

A edição que acaba de ser lançada reflete esse espírito. Vibrante, instigante e alinhada aos grandes movimentos socioeconômicos e ambientais, a revista mergulha em análises sobre o presente e o futuro do agro. Um dos destaques é a cobertura da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), realizada entre 10 e 21 de novembro, em Belém (PA).

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O encontro projetou o agronegócio brasileiro em uma vitrine mundial e evidenciou o protagonismo do país em temas como mitigação de emissões ligadas ao uso da terra, transição energética, inovação climática e mecanismos de finanças verdes.

O balanço da conferência reforçou a posição do Brasil como líder natural em uma agenda que combina produção, conservação ambiental e tecnologia — uma equação que o mundo espera ver aplicada em escala.

Dentro desse contexto, os colunistas da edição trazem interpretações que enriquecem o debate. Na coluna AgroArábia, o Dr. Abdullah Belhaif Al Nuaimi propõe uma reflexão sobre a neutralidade de carbono como caminho inteligente e estratégico para o futuro. Já na coluna AgroAmbiental, a engenheira agrônoma Daniele Costa evidencia como, longe dos holofotes, a agropecuária nacional tem consolidado bases sólidas de gestão, eficiência técnica e competitividade global, amparada por produtividade crescente e coerência ambiental.

Outros articulistas completam o panorama com análises diretas, críticas e provocadoras sobre os desafios que se abrem às cadeias produtivas do agronegócio. São olhares diversos, mas convergentes na missão de traduzir tendências, identificar oportunidades e antecipar movimentos em um setor que não para de evoluir.

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Ao entregar conteúdo robusto, plural e tecnicamente embasado, a Revista Pensar Agro se reafirma como referência editorial e como uma das principais plataformas de comunicação do agronegócio. Em tempos de informação fragmentada, a publicação consolida seu papel de oferecer “notícia pura” — informação precisa, contextualizada e confiável — para leitores no Brasil e em mais de 50 países. Uma vitrine do agro brasileiro para o mundo e, ao mesmo tempo, uma bússola para quem quer entender para onde o setor está caminhando.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Governo define regras para exportações do agronegócio para a Europa

O governo federal detalhou as regras para uso das cotas tarifárias previstas no acordo entre Mercosul e União Europeia, definindo como o agro brasileiro poderá acessar, na prática, os benefícios comerciais já em vigor desde 1º de maio.

As normas, publicadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), nesta segunda-feira (04.05), estabelecem critérios operacionais para exportação e importação dentro do novo regime. O objetivo é dar previsibilidade à aplicação do acordo, que ainda depende de ratificação definitiva pelo Parlamento Europeu.

O sistema de cotas atinge diretamente produtos centrais da pauta agropecuária brasileira, como carnes, açúcar, etanol, arroz, milho e derivados, mel, ovos e bebidas como cachaça e rum. São cadeias que passam a disputar um volume limitado com tarifa reduzida ou zerada. Dentro da cota, o produto entra com vantagem competitiva; fora dela, continua sendo exportado, mas com imposto cheio, o que reduz margem.

Esse desenho tem efeito direto na formação de preço ao produtor. Cadeias que conseguirem acessar as cotas tendem a capturar melhor valor no mercado europeu, enquanto operações fora desse limite ficam mais expostas à concorrência internacional. Como a distribuição seguirá, em regra, a ordem de solicitação, empresas com maior organização comercial, tradings, cooperativas e agroindústrias, terão vantagem na captura desse espaço.

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Outro ponto central é a exigência do Certificado de Origem, documento que comprova que o produto atende às regras do acordo. Na prática, isso eleva o nível de exigência dentro da porteira. Rastreabilidade, regularidade de entrega e padronização passam a ser condição para acessar os mercados com melhor remuneração.

Além de definir o uso das cotas, o governo atualizou as regras de certificação de origem. Entre os avanços estão a criação de um modelo específico de Certificado de Origem para o acordo com a União Europeia, a ampliação do uso do certificado eletrônico para mercados como o europeu e a Índia, a autorização de assinatura digital e regras mais claras para autocertificação. Também foi regulamentada a transferência de cotas entre empresas do mesmo grupo econômico, o que tende a dar mais flexibilidade às operações.

Embora as cotas representem uma parcela pequena do comércio, cerca de 4% das exportações, elas se concentram justamente em produtos de maior valor agregado. Isso aumenta a disputa dentro do próprio Mercosul e tende a diferenciar produtores integrados a cadeias exportadoras daqueles que operam fora desses arranjos.

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Para o produtor rural, o efeito é claro: o acesso ao mercado europeu passa a depender menos do volume produzido e mais da capacidade de atender exigências técnicas e comerciais. Quem estiver inserido em cadeias organizadas e conseguir cumprir esses critérios tende a capturar melhores preços. Quem não estiver, continuará exposto ao mercado tradicional, com menor poder de barganha.

Fonte: Pensar Agro

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