AGRONEGÓCIO

Isan Rezende estreia como colunista do Jornal Brasil Rural da Rádio Agro Hoje

O agronegócio ganha mais um espaço de destaque na mídia especializada com o lançamento da coluna “Pensar Agro”, no Jornal Brasil Rural da Rádio Agro Hoje. Apresentada pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso, Isan Rezende, a coluna visa ampliar o debate sobre os desafios e oportunidades do setor, levando informações técnicas, análises e tendências para produtores rurais, profissionais do agro e o público em geral.

A estreia da coluna reforça o compromisso com o jornalismo agropecuário. “O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira, e é fundamental que tenhamos espaços como este para discutir temas relevantes, como sustentabilidade, tecnologia, políticas públicas e inovação”, destacou Isan.

A Rádio Agro Hoje se destaca como a primeira rádio 100% dedicada ao setor no Brasil. Com uma programação diversificada, que inclui notícias, entrevistas, análises de mercado e dicas técnicas, a emissora se consolida como um canal essencial para quem quer se manter atualizado sobre o mundo do agro.

A coluna “Pensar Agro” destaca temas como a adoção de tecnologias no campo, a importância da sustentabilidade na produção agrícola e os desafios logísticos e tributários que impactam o setor. A iniciativa também busca promover a integração entre diferentes áreas do agronegócio, desde a agricultura familiar até grandes produtores, passando por indústrias, cooperativas e órgãos governamentais.

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“O agro brasileiro é diverso e dinâmico, e precisamos de espaços que reflitam essa realidade. A coluna e a rádio são ferramentas importantes para disseminar conhecimento e fomentar o diálogo entre todos os atores do setor”, ressaltou Isan Rezende.

A Rádio Agro Hoje pode ser sintonizada online, com transmissão ao vivo e programação disponível sob demanda, clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Vazio sanitário já esta em vigor e impõe controle rigoroso contra ferrugem asiática

O vazio sanitário da soja, período em que a presença de plantas vivas da oleaginosa é proibida em todo o território nacional, já esta em vigor. A medida é o principal instrumento de controle da ferrugem asiática, fungo de alta letalidade que, se não combatido, pode dizimar lavouras inteiras. Com o início do protocolo em diversos estados, o setor agropecuário mobiliza-se para eliminar plantas voluntárias, as chamadas “tigueras”, que servem como ponte verde para a sobrevivência do patógeno entre as safras.

O cronograma nacional respeita as peculiaridades climáticas de cada região, garantindo que o ciclo do fungo seja interrompido de forma coordenada.

Estado Início do Vazio Término do Vazio
Paraná 10 de junho 10 de setembro
Mato Grosso 15 de junho 15 de setembro
Mato Grosso do Sul 15 de junho 15 de setembro
Bahia (Região I) 26 de junho 7 de outubro
Goiás 1º de julho 30 de setembro
Minas Gerais 1º de julho 30 de setembro

No ciclo 2025/26, o Brasil consolidou números expressivos, com a área plantada nacional atingindo aproximadamente 48 milhões de hectares. Esse volume de produção exige um manejo fitossanitário cada vez mais rigoroso. Especialistas ressaltam que, sem a interrupção do cultivo, a pressão de inóculo do fungo na safra seguinte torna-se exponencialmente maior, elevando o custo de produção devido ao aumento necessário no número de aplicações de fungicidas, que podem chegar a seis ou sete vezes em uma única temporada.

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A recomendação técnica é clara: qualquer planta de soja emergente deve ser eliminada em até 30 dias após a germinação ou antes de atingir o estádio V4. O descumprimento das normas acarreta penalidades administrativas, mas o maior prejuízo é o risco à produtividade da safra 2026/27, que no Oeste baiano tem o plantio autorizado apenas a partir de 8 de outubro.

A conformidade com o vazio sanitário não é apenas uma obrigação legal, mas um seguro contra a quebra de produtividade. Com o mercado internacional atento à qualidade do grão brasileiro, o controle rigoroso de doenças é um ativo competitivo que mantém o país como o maior fornecedor global de soja. O desafio para os próximos meses é garantir que o monitoramento seja feito em 100% da área, impedindo que “pontes verdes” comprometam o potencial produtivo da maior safra do planeta.

Fonte: Pensar Agro

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