AGRONEGÓCIO

Abertura de mercado para produto agropecuário do Brasil em Singapura

O governo brasileiro informa ter recebido das autoridades sanitárias de Singapura a autorização para exportar sebo bovino destinado ao uso industrial, inclusive para a produção de biocombustíveis.

Em 2024, Singapura importou mais de US$680 milhões em produtos agropecuários do Brasil. Os principais produtos brasileiros exportados foram carnes, artigos do complexo sucroalacooleiro e demais produtos de origem animal.

A abertura fortalece as relações comerciais com Singapura, importante polo logístico e financeiro da Ásia. O país tem crescente demanda por insumos destinados à produção de energia renovável, setor em que o Brasil tem capacidade de fornecer matérias-primas de forma competitiva e sustentável.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 435 aberturas de mercado desde 2023, em 72 destinos.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

China disponibiliza procedimentos para exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras

A Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC) disponibilizou o modelo de certificado sanitário aplicável às exportações brasileiras de polpas e frutas congeladas em seu sistema. Com isso, os estabelecimentos interessados já podem realizar o registro no sistema China Import Food Enterprise Registration (CIFER), etapa necessária para a habilitação das exportações ao mercado chinês.

O procedimento aplica-se às polpas e frutas congeladas produzidas a partir de espécies já reconhecidas como alimento pelas autoridades chinesas. Entre os produtos abrangidos estão açaí, manga, goiaba, abacaxi, maracujá e outras frutas admitidas para consumo humano na China. Frutas ainda não reconhecidas permanecem sujeitas aos procedimentos regulatórios específicos previstos na legislação chinesa para novos alimentos.

O registro no sistema CIFER deve ser realizado diretamente pelo estabelecimento exportador, responsável pelo envio da documentação exigida. Após a aprovação da GACC, será atribuído um número de registro ao estabelecimento, requisito para a exportação. As remessas deverão estar acompanhadas do certificado sanitário oficial acordado entre os dois países.

Orientações aos exportadores

Antes de iniciar o processo de registro, os estabelecimentos interessados devem consultar os procedimentos e requisitos estabelecidos pelas autoridades chinesas.

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Após a aprovação do registro pela GACC e a emissão do certificado oficial pela autoridade competente brasileira, as exportações poderão ser realizadas em conformidade com os procedimentos sanitários e aduaneiros aplicáveis.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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