VIOLÊNCIA EM CÁCERES

Sargento da Marinha é morto a tiros dentro de casa em Cáceres; polícia apura se vítima foi confundida com outro alvo

Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, foi atingido por três disparos após criminosos romperem a cerca elétrica da residência

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O primeiro-sargento da Marinha do Brasil Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, foi morto a tiros na madrugada desta quarta-feira (30), no bairro Jardim Universitário, em Cáceres. Segundo informações registradas pela Polícia Militar, ele foi atingido por aproximadamente três disparos.

A ocorrência foi atendida após o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) receber informações sobre tiros e uma pessoa ferida. Quando os policiais chegaram à residência, encontraram Anderson caído no imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte.

De acordo com o relato de uma testemunha à polícia, Anderson estava dentro da casa quando o sistema de alarme indicou o rompimento da cerca elétrica. Ele teria saído para verificar o que havia ocorrido e, nesse momento, foi surpreendido pelos disparos.

Mesmo ferido, o militar ainda teria tentado retornar para dentro da residência, mas caiu no quintal. A testemunha e o filho dela teriam levado Anderson para o interior do imóvel. O registro policial aponta ferimentos nas costas, no peito e em uma das mãos.

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Uma das linhas apuradas pelos investigadores é a possibilidade de que Anderson não fosse o alvo dos criminosos. Conforme as informações iniciais repassadas à polícia, os autores estariam procurando outra pessoa que também frequentaria a residência. Essa hipótese ainda depende de confirmação durante a investigação.

A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Até o registro das primeiras informações, não havia suspeitos identificados nem materiais apreendidos.

A Polícia Civil investiga a autoria, a motivação e as circunstâncias do homicídio.

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POLICIAL

Polícia identifica mulher suspeita de integrar grupo que torturou vereador em MT

Bruna Kauanny Cardoso Sales, de 24 anos, é apontada como responsável por dar apoio à logística do roubo em Rondonópolis

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A mulher presa durante as investigações sobre o roubo e a tortura contra o vereador Wesley Cláudio (Novo) e sua família, em Rondonópolis, foi identificada como Bruna Kauanny Cardoso Sales, de 24 anos. Ela foi detida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) na terça-feira (29). 

O crime ocorreu na madrugada de segunda-feira (28). Conforme a investigação, Bruna é apontada como possível integrante do grupo e teria participado da logística da ação, disponibilizando um veículo utilizado pelos envolvidos e recebendo posteriormente parte dos valores e objetos subtraídos. 

Durante as diligências, os policiais apreenderam aproximadamente R$ 17 mil em dinheiro, uma aliança pertencente a uma das vítimas, dois capacetes e 15 munições de calibre .40, além de outros materiais considerados relevantes para a investigação. 

Segundo a Polícia Civil, os elementos reunidos até agora indicam uma possível divisão de tarefas entre os envolvidos, desde o apoio logístico até a execução do roubo e a guarda posterior do dinheiro e dos objetos levados da residência. A participação individual de cada suspeito continua sendo apurada. 

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Durante o ataque, Wesley Cláudio foi submetido a agressões e teve parte da orelha direita cortada enquanto os criminosos exigiam R$ 1 milhão. Os invasores teriam afirmado que procuravam dinheiro supostamente destinado à compra de votos. Essa alegação, no entanto, não constitui comprovação de que o dinheiro existia ou de que seria utilizado para finalidade eleitoral, e as circunstâncias do crime permanecem sob investigação.

Bruna foi autuada, em tese, por roubo e tortura. Um homem de 20 anos apontado como possível participante permanece foragido, enquanto a Polícia Civil segue com as diligências para identificar outros envolvidos, recuperar os bens roubados e esclarecer a atuação de cada suspeito. 

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