NACIONAL
Agências do INSS realizam mutirão de atendimentos com 25 mil vagas neste fim de semana (29 e 30)
Neste final de semana (29 e 30 de agosto), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Ministério da Previdência Social (MPS) oferecerão 25 mil vagas de atendimento em Agências da Previdência Social distribuídas pelo país. Os atendimentos serão destinados à realização de avaliações sociais e perícias médicas, etapas obrigatórias para concessão de benefícios.
As perícias médicas serão oferecidas em 17 estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Já as avaliações sociais acontecerão em 19 estados, também em todas as regiões do país. Para ser atendido, o cidadão precisa agendar, pelo site ou aplicativo Meu INSS ou por ligação para a Central 135.
AVALIAÇÃO SOCIAL: 5.628 vagas.
Sudeste
Rio de Janeiro (340 vagas): Bangu (150), Méier (140) e Volta Redonda (50).
São Paulo (437 vagas): APS Glicério (351), São José do Rio Preto Boa Vista (86).
Minas Gerais (372 vagas): Governador Valadares (200), Nanuque (100), Janaúba (30) e Contagem (42).
Centro-Oeste
Distrito Federal (72 vagas): APS Asa Sul.
Mato Grosso do Sul (30 vagas): APS Corumbá (10), APS Coxim (10) e APS Três Lagoas (10).
Norte
Acre (55 vagas): APS Cruzeiro do Sul (40) e APS Rio Branco Centro (15).
Amapá (15 vagas): APS Macapá.
Pará (592 vagas): APS Belém-Marco (180), APS Capanema (120), APS Castanhal (85), APS Icoaraci (100), APS Santa Izabel (30), APS Altamira (7), APS Itaituba (20), APS Santarém (50).
Rondônia (85 vagas): APS Ariquemes (70) e APS Embratel (15).
Amazonas (72 vagas): APS Manaus BI.
Nordeste
Sergipe (160 vagas): APS Aracaju-Siqueira Campos.
Bahia (370 vagas): APS Barreiras (40), APS Salvador-Brotas (60) e APS Salvador-Centro (270).
Paraíba (100 vagas): APS Queimadas/PB.
Pernambuco (374 vagas): APS Caruaru (70), APS Petrolina (60), APS Recife-Corredor do Bispo (140) e APS Recife-Pina (104).
Ceará (1.745 vagas): APS Fortaleza-Centro Oeste (240), APS Fortaleza-Sul (240), APS Fortaleza-Parquelândia (1.000), APS Juazeiro do Norte (40), APS Camocim (100), APS Itapipoca (100) e APS Acaraú (25).
Alagoas (116 vagas): APS Arapiraca (20), APS Maceió-Almirante Álvaro Calheiros (20), APS Maceió-Poço (40), APS Maceió-Tabuleiro do Martins (20) e APS Penedo (16).
Rio Grande do Norte (625 vagas): APS Mossoró (250), APS Currais Novos (125), APS Natal-Centro (125) e APS Natal-Nazaré (125).
Piauí (60 vagas): APS Teresina-Aeroporto.
Sul
Paraná (8 vagas): APS Telêmaco Borba.
PERÍCIA MÉDICA: 19.355 vagas
Sudeste
Minas Gerais (624 vagas): APS Governador Valadares (252), APS Nanuque (120) e APS Janaúba (252).
Rio de Janeiro (933 vagas): APS Rio de Janeiro – Bangu (125), APS Barra do Piraí (40), APS Magé (80), APS Volta Redonda (140), APS Nilópolis (70), APS Nova Iguaçu (214) e APS Duque de Caxias – Avenida Nilo Peçanha (264).
Sul
Rio Grande do Sul (200 vagas): APS Cachoeirinha/RS.
Paraná (720 vagas): APS Colombo (360) e APS Araucária (360).
Norte
Acre (318 vagas): APS Cruzeiro do Sul (102) e APS Rio Branco – Centro (216).
Amapá (462 vagas): APS Macapá (462).
Amazonas (816 vagas): APS Manaus – Codajás.
Pará (2.803 vagas): APS Moju (390), APS Abaetetuba (30), APS Santa Izabel (45), APS Castanhal (80), APS Capanema/PA (130), APS Belém – Icoarací (130), APS Altamira (462) e APS Santarém (1.536).
Nordeste
Ceará (3.188 vagas): APS Iguatu/CE (104), APS Crateús (129), APS Russas (43), APS Sobral (981), APS Caucaia (150), APS Brejo Santo (196), APS Tianguá (398), APS Fortaleza – Sul (587) e APS Fortaleza – Centro-Oeste (600).
Paraíba (1.654 vagas): APS João Pessoa – Centro (634), APS Sousa (180), APS Campina Grande – Catolé (420) e APS Campina Grande – Tiradentes (420).
Alagoas (498 vagas): APS Maceió – Jatiúca.
Maranhão (1.103 vagas): APS Bacabal (148), APS São José de Ribamar (114), APS Viana/MA (112), APS Santa Inês/MA (121), APS Pinheiro (262), APS São Luís – Deodoro (148), APS Barra do Corda (152) e APS Itinga do Maranhão (46).
Piauí (1.371 vagas): APS Campo Maior (60), APS Parnaíba (189), APS Teresina – Leste (514), APS Floriano (72), APS Picos (296), APS Teresina – Centro (161) e APS São João do Piauí (79).
Pernambuco (896 vagas): APS Caruaru (471), APS Petrolina (16), APS Recife – Encruzilhada (328) e APS Serra Talhada (81).
Bahia (3.392 vagas): APS Salvador – Brotas (582), APS Feira de Santana (167), APS Brumado (54), APS Barreiras (152), APS Boquira (120), APS Ipiaú (138), APS Itabuna (155), APS Porto Seguro (174), APS Itamaraju (198), Agência Conectada Eunápolis – Teleavaliação (234), APS Vitória da Conquista (340), APS Teixeira de Freitas (300), APS Ribeira do Pombal (438) e APS Irecê (440).
Centro-Oeste
Mato Grosso do Sul (37 vagas): APS Coxi.
Mato Grosso (240 vagas): APS Juína.
NACIONAL
Diagnóstico Equidade 2026 mostra avanço das políticas de educação étnico-racial
Os dados do Diagnóstico Equidade 2026, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), mostram que as estratégias de equidade racial estão cada vez mais presentes nos estados e municípios brasileiros. Entre 2024 e 2026, o percentual de redes municipais que declararam contar com áreas especificas para a gestão dessas ações passou de 15% para 42%; entre as redes estaduais, o indicador chegou a 100% em 2026.
Esse diagnóstico é uma iniciativa criada em 2024 pelo MEC, pondo fim a uma lacuna de dados cuja ausência comprometia a capacidade estatal de promoção da equidade. Em sua segunda edição, o diagnóstico manteve participação próxima à universalidade, com resposta ao questionário de 97% das redes municipais e 100% das redes estaduais. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
Do ponto de vista institucional, por exemplo, houve um aumento no percentual de redes de ensino com áreas específicas para fazer a gestão de ações de equidade racial. Entre 2024 e 2026, o número saiu de 15% para 42% entre os municípios, e alcançou 100% em 2026 entre as redes estaduais. Além disso, a presença de normativa local relacionada à promoção da educação para as relações étnico-raciais (Erer) passou de 43% para 55% entre municípios e de 74% para 93% entre as redes estaduais.
Os dados também mostram crescimento percentual de redes municipais que realizam campanhas de declaração racial, ação para promover o reconhecimento e a valorização das identidades étnico-raciais, bem como para permitir análises educacionais racializadas cada vez mais precisas. O levantamento revela que este crescimento foi de 66% para 86% em dois anos nas redes municipais, e de 63% para 93% nas redes estaduais.
Houve também uma redução do percentual de estudantes sem declaração racial no Censo Escolar entre 2023 e 2025, representando uma queda de 24% para 10%, sendo que o indicador vinha se mantendo constante em torno de 26%, nos anos anteriores.
Os novos dados apresentam um crescimento da maturidade de organização das redes em diferentes frentes e que a temática da equidade racial entrou no centro da agenda da política pública, demonstrando as ações da Pneerq e de mecanismos indutores, tais como o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva e a complementação-VAAR Fundeb da União.
O Diagnóstico Equidade 2026 tem o objetivo de identificar diferentes aspectos da implementação de políticas equitativas no país, particularmente aquelas ligadas à promoção da educação para as relações étnico-raciais, em cumprimento à Lei 10.639/03, modificada pela Lei 11.645/08, e ao fortalecimento da educação escolar quilombola.
Equidade racial no planejamento educacional – No indicador de incorporação da equidade racial como objetivo presente no Plano de Ações Articuladas (PAR), as redes municipais passaram de 30% para 67%. Nas redes estaduais, o avanço foi de 56% para 93%. Esse panorama revela a preocupação crescente das redes de ensino em planejar e buscar apoio técnico e financeiro para estratégias de enfrentamento das desigualdades.
Formação em relações étnico-raciais – Outro indicador que apresentou avanço foi o percentual de redes municipais de ensino que ofereceram formações, seminários, oficinas e palestras sobre equidade racial, passou de 48%, no ano de 2024, para 69%, em 2026. Todas as redes estaduais declararam realizar essa oferta. Esse resultado demonstra que o tema da equidade racial também foi inserido no planejamento formativo das secretarias, ação crucial para trabalhar a difusão de práticas pedagógicas antirracistas entre os professores da rede pública.
Monitoramento das Leis de Erer – O diagnóstico permitiu identificar o acompanhamento da implementação das leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008. O indicador passou de 18% para 34% para as redes municipais, e de 30% para 59% para as redes estaduais. O monitoramento permite às redes identificarem escolas onde há maior dificuldade de execução de práticas pedagógicas de educação para as relações étnico-raciais e gargalos operacionais, e assim planejar de forma mais efetiva as estratégias para cumprimento das leis.
Identificação e resposta ao racismo e injúria racial – Cresceu também a adoção de protocolos para casos de racismo ou injúria racial nas redes estaduais, de 59% para 93% (mais de 30 pontos percentuais). Nas redes municipais, o percentual saiu de 36% para 53%. Nesse contexto, o Ministério da Educação publicou, em 2026, uma série de protocolos nacionais, os quais podem servir de referência para o trabalho das escolas públicas.
Práticas de gestão – O conjunto de perguntas com menor avanço no período foi o relacionado à dimensão das práticas de gestão das redes de ensino em relação a suas escolas. Acerca da evolução das respostas sobre protocolos de resposta ao racismo e de campanhas de declaração racial, que fazem parte desta dimensão, o Diagnóstico de Equidade 2026 permitiu identificar que alguns indicadores cruciais ainda não avançaram como o esperado.
Os pontos de atenção para o próximo ciclo estão na implementação de estratégias de incentivos às escolas e aos professores para a implementação da educação para as relações étnico-raciais, bem como a consideração de conhecimentos sobre Erer nos processos seletivos de professores e diretores escolares. No período, passou de 44% para 74% o percentual de redes estaduais que incluíram a avaliação de conhecimentos sobre relações étnico-raciais nos processos de escolha da gestão escolar.
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às Secretarias de Educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer) e 12 sobre Educação Escolar Quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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