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Capacitação fortalece fiscalização e gestão de contratos na Saúde de Várzea Grande

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande promoveu, nos dias 19 e 20 de agosto, uma capacitação voltada à gestão e fiscalização de contratos administrativos. O treinamento foi realizado no período da tarde, no auditório do Instituto de Seguridade Social dos Servidores Municipais de Várzea Grande (Previvag), e reuniu servidores de diferentes setores da pasta.

Ministrado pelo doutor em Contabilidade do Setor Público e servidor público estadual Ricardo Venero Soares, o curso teve como objetivo ampliar os conhecimentos dos profissionais que atuam como gestores, fiscais e suplentes de contratos, fortalecendo a segurança dos procedimentos e a correta aplicação dos recursos públicos.

Durante os dois dias, foram apresentados, de forma prática e didática, os principais trâmites que envolvem a gestão e a fiscalização contratual. Entre os temas abordados estiveram as atribuições do gestor de contrato e dos fiscais técnico, administrativo e requisitante; a designação da comissão de fiscalização; o início e o acompanhamento periódico da execução contratual; a fiscalização administrativa mensal; o ateste de notas fiscais e documentos correspondentes; a preparação dos processos para pagamento dos fornecedores; além da repactuação dos contratos administrativos.

A capacitação também tratou dos princípios que devem ser observados na aplicação de sanções administrativas, da finalidade das penalidades, da atuação das comissões de monitoramento e avaliação e das medidas que podem ser adotadas diante do descumprimento parcial ou total das obrigações previstas nos contratos.

A iniciativa foi organizada pelo setor de Auditoria do SUS da Secretaria Municipal de Saúde (SUS-SMS/VG), por meio dos servidores Eliberto Francisco da Cruz, Edson Souza e Otacílio Valentim.

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Para o auditor-geral do SUS-SMS/VG, Eliberto Francisco da Cruz, a capacitação representa um importante instrumento para qualificar os servidores responsáveis pelo acompanhamento dos contratos e fortalecer os mecanismos de controle dentro da administração pública.

“A fiscalização de contratos é uma atividade essencial para garantir que aquilo que foi contratado pelo poder público seja efetivamente entregue, com qualidade e dentro das condições estabelecidas. Mais do que conhecer a legislação, é importante que o servidor saiba como aplicar esses conhecimentos na prática, desde o acompanhamento da execução até o ateste da nota fiscal. Essa capacitação busca justamente dar mais segurança para que os fiscais exerçam suas atribuições de forma correta, responsável e eficiente.”

Participaram do treinamento servidores de diversas áreas da Secretaria de Saúde, incluindo profissionais da Atenção Primária, Atenção Secundária, Atenção Terciária, Vigilância em Saúde, entre outros setores que atuam na execução, no acompanhamento e na fiscalização dos contratos da pasta.

Conhecimento aplicado à rotina

Com mais de 20 anos de atuação na área da saúde, a servidora Eleotânia Mara Rondon da Silva, administrativa da Vigilância em Saúde, destacou a importância de transformar o conteúdo apresentado durante a capacitação em conhecimento aplicável à rotina de trabalho.

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“Trabalho na área há bastante tempo, porém, às vezes, a gente fica perdido quando precisa sanar algumas dúvidas. A forma como ele explicou, de maneira tão clara e aplicando ao nosso dia a dia, contribuiu muito”, afirmou.

A servidora efetiva há nove anos, Valdirene Oliveira Almeida, que atua como suplente de fiscalização de um contrato referente ao laboratório da Atenção Primária, também avaliou positivamente o treinamento.

Segundo ela, alguns procedimentos já faziam parte de sua rotina, como o recebimento, a conferência e o ateste de notas fiscais. A capacitação, porém, ajudou a esclarecer melhor a diferença entre as responsabilidades do gestor e do fiscal do contrato.

“Eu sabia algumas coisas sobre fiscalização, recebimento, ateste e conferência de nota. Mas, quando entrava na relação entre gestor e fiscal, às vezes você acabava fazendo os dois papéis. O treinamento ajudou a esclarecer essas diferenças e mostrou melhor o que cabe a cada um”, explicou.

Para o secretário de Saúde, Michael Alves, investir na qualificação dos servidores que atuam na fiscalização contratual contribui para aperfeiçoar os processos internos, aumentar a eficiência administrativa, prevenir falhas e garantir maior transparência e segurança na execução dos contratos públicos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeitura reforça proibição de queimadas e alerta para aplicação de multas em Várzea Grande

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Com o período de estiagem e o aumento do risco de incêndios, a Prefeitura de Várzea Grande reforça a orientação para que os moradores não utilizem fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou queimar vegetação. A prática é proibida no município e pode resultar em multa.

A orientação faz parte da campanha “VG Sem Queimadas”, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A iniciativa amplia as ações de prevenção, fiscalização e conscientização durante o período de maior risco de incêndios, entre agosto e outubro.

A Lei Municipal nº 4.515/2019 proíbe a realização de queimadas em vias públicas e dentro de imóveis públicos ou particulares, tanto na área urbana quanto na zona rural de Várzea Grande. O Decreto Federal nº 6.514/2008 também estabelece penalidades. O artigo 58-A prevê punição para quem provocar incêndio em floresta ou qualquer forma de vegetação nativa. Já o artigo 62, inciso XI, estabelece penalidade para quem queimar resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto ou em recipientes, instalações e equipamentos não licenciados para a atividade.

Quem colocar fogo pode ser multado

De acordo com a orientação jurídica, quem for flagrado colocando fogo poderá ser autuado mesmo que o terreno não seja de sua propriedade. Para a responsabilização, a fiscalização deve contar com o flagrante ou com provas concretas que demonstrem a autoria da queimada.

“O valor da multa varia conforme a natureza da infração. Nos casos de lixo, resíduos sólidos ou rejeitos queimados a céu aberto, a legislação federal prevê multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 50 milhões. Já nos casos de incêndio provocado em vegetação nativa, a multa prevista é de R$ 10 mil por hectare ou fração”, alerta o secretário da pasta, Ricardo Amorim.

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Proprietário também pode ser responsabilizado

O proprietário ou possuidor do imóvel também poderá ser responsabilizado quando a fiscalização constatar omissão na conservação do terreno ou falta de medidas para impedir ou conter a propagação do fogo.

“É necessário que seja identificada a relação entre a omissão e a ocorrência da queimada. Caso o proprietário demonstre que tomou providências para evitar ou combater o incêndio, essas informações deverão ser consideradas durante a fiscalização. Entre as medidas que podem comprovar a tentativa de prevenção ou combate estão o acionamento do Corpo de Bombeiros, o registro de boletim de ocorrência e a comunicação aos órgãos competentes”, explica o gestor.

A legislação municipal também prevê penalidade para quem deixar de prevenir ou impedir que terceiros realizem queimadas dentro de sua propriedade.

Prefeitura reforça estrutura de combate

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a parceria com o Corpo de Bombeiros prevê o reforço da estrutura de atendimento às ocorrências.

“O termo de cooperação técnica pode ser estendido até o início de novembro, caso a falta de chuvas persista. O Município disponibiliza três veículos para auxiliar as equipes do Corpo de Bombeiros nas ocorrências, sendo duas caminhonetes equipadas com bombas de jato de água e um caminhão-pipa com capacidade para 20 mil litros de água”, explicou.

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A campanha “VG Sem Queimadas” busca reduzir as ocorrências durante o período de estiagem e orientar a população sobre os riscos ambientais e as consequências legais da utilização do fogo.

“Orientamos ainda aos proprietários que mantenham os terrenos limpos e adotem medidas para evitar a propagação das chamas. Em caso de incêndio, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros e comunicar os órgãos responsáveis. O cidadão autuado tem direito de apresentar defesa administrativa dentro dos prazos previstos em lei, com garantia do contraditório e da ampla defesa”, pontua Amorim.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Fiscalização Ambiental, pelo número (65) 98464-7809, inclusive com o envio da localização de possíveis focos de incêndio. As ocorrências também podem ser comunicadas diretamente ao Corpo de Bombeiros Militar, pelo 193, com atendimento 24 horas por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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