SAÚDE
Ministério da Saúde leva campanha de vacinação contra o sarampo ao Maracanã em véspera da Copa
O Ministério da Saúde, em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e com apoio da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, realiza neste sábado (31/05) uma ação de vacinação contra o sarampo no Estádio do Maracanã para torcedores e jornalistas. A iniciativa acontece no dia do último amistoso da Seleção Brasileira em solo nacional antes do embarque para os Estados Unidos, país que vive surto da doença. A partir das 14h, o Maracanã será palco de saúde pública, horas antes da partida entre Brasil e Panamá, prevista para as 18h30.
A ação faz parte da campanha nacional lançada pelo Ministério com foco nos brasileiros que pretendem viajar para os Estados Unidos, México e Canadá acompanhar o Mundial em junho. Os três países concentram atualmente cerca de 70% dos casos de sarampo registrados nas Américas e enfrentam surtos significativos da doença.
O vírus é considerado um dos mais contagiosos do mundo, com transmissão por via aérea, o que potencializa o risco em estádios e hotéis. Um único infectado pode contaminar até 18 pessoas, colocando arquibancadas, aeroportos e fluxos turísticos no radar das autoridades sanitárias.
Embora o Brasil mantenha o status de país livre da circulação do sarampo, a intensificação do fluxo internacional de pessoas nos próximos meses acende o alerta para o risco de importação de casos. Em 2025, o país registrou 38 casos importados ou relacionados à importação. Em 2026, até o momento, foram confirmados três casos, todos com transmissão interrompida.
A campanha orienta viajantes e torcedores a verificarem e atualizarem a caderneta de vacinação antes do embarque, seguindo as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação. O Ministério da Saúde recomenda que a atualização vacinal ocorra, preferencialmente, 15 dias antes da viagem. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente no SUS para pessoas de 15 a 59 anos e é a principal forma de evitar a reintrodução da doença no Brasil.
Sobre a ação no Maracanã
A vacinação no Maracanã será feita em dois pontos distintos. Dentro do estádio, próximo à sala de imprensa, haverá um posto exclusivo para jornalistas e trabalhadores da comunicação que cobrirão a partida. Para o público geral, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro apoiará a ação com um posto localizado no Portão D do estádio.
A campanha também ocupará o estádio de outras formas: a mensagem será exibida no telão e nos LEDs de campo no pré-jogo e no intervalo. O Zé Gotinha fará uma interação antes da partida e no intervalo, desta vez vestindo a camisa da Seleção ao lado do Canarinho, mascote da CBF.
Brasil livre do sarampo
O Brasil está livre da doença desde 2024, mas o fluxo intenso de viajantes cria uma janela de vulnerabilidade. A escolha do amistoso Brasil x Panamá não é por acaso. Com estádios cheios e aeroportos movimentados à vista, este sábado é uma oportunidade para ampliar a proteção antes do início oficial da Copa do Mundo da FIFA 2026, em 11 de junho.
Quem ainda não estiver vacinado e não puder comparecer ao Maracanã pode procurar qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) ou posto de vacinação mais próximo. Os torcedores que ficam no país também devem verificar sua proteção.
Proteja-se do sarampo e saiba mais sobre a campanha de vacinação
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Guias reúnem orientações para uso e gestão de equipamentos nas unidades básicas de saúde
Equipamentos como ultrassons portáteis, balanças digitais, desfibriladores externos automáticos (DEA) e aparelhos de raios X portátil ajudam no diagnóstico e acompanhamento dos usuários nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para que esses recursos sejam utilizados de forma segura dois novos guias técnicos reúnem orientações direcionadas tanto aos profissionais que utilizam esses equipamentos quanto aos gestores responsáveis pela organização dos serviços.
As publicações foram organizadas em duas versões complementares. A primeira, o Guia Prático: equipamentos clínicos e gerais – versão profissional é destinada aos profissionais da atenção primária e apresenta instruções detalhadas sobre indicação clínica, formas de utilização, cuidados de conservação e registro das informações no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS). A segunda, o Guia Prático : equipamentos clínicos e gerais – versão gestão, reúne orientações para administradores municipais e coordenadores de unidades de saúde sobre recebimento, instalação, manutenção, cadastro e monitoramento dos equipamentos ao longo de sua vida útil.
A proposta dos materiais é apoiar a organização do trabalho nas equipes e contribuir para que as tecnologias disponíveis nas unidades sejam incorporadas à rotina assistencial.
Foram previstos 170 mil equipamentos, organizados em 10 mil combos destinados a 10 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). A composição dos equipamentos considera informações do Censo Nacional das UBS, realizado em 2024, que mapeou a capacidade instalada, os serviços ofertados e as condições de funcionamento das unidades.
Orientações para quem está na assistência
O guia voltado aos profissionais reúne recomendações para equipamentos utilizados no cotidiano da APS. Cada capítulo apresenta a finalidade do equipamento, as situações em que seu uso é indicado, orientações para posicionamento do paciente, medidas de segurança, formas corretas de registro no prontuário eletrônico e procedimentos de limpeza e conservação.
Um exemplo é o aparelho de raios X portátil, indicado especialmente para atendimentos domiciliares, instituições de longa permanência e localidades remotas ou de difícil acesso. O documento orienta que sua utilização seja restrita a profissionais habilitados, observando medidas de proteção radiológica e registrando todas as solicitações e exames realizados no prontuário eletrônico.
Gestão vai além da entrega dos equipamentos
A publicação destinada aos gestores dá recomendações para que as equipes verifiquem previamente as condições da infraestrutura física da unidade para recebimento dos equipamentos. Também orienta a definição de responsáveis pelo patrimônio, pela manutenção, pela infraestrutura tecnológica e pelo uso clínico dos aparelhos.
Outro aspecto abordado é a necessidade de incorporação patrimonial, cadastramento dos equipamentos nos sistemas oficiais, como o Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, elaboração de protocolos locais de utilização, planejamento da manutenção preventiva e realização de treinamentos periódicos para as equipes. Segundo o guia, essas medidas ajudam a reduzir os períodos de ociosidade dos equipamentos, evitar interrupções nos atendimentos e prolongar a vida útil das tecnologias incorporadas às UBS.
Tenha acesso aos materiais:
Thaís Rodrigues
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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