NACIONAL
Divulgado cronograma do Censo Escolar 2026
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), divulgou o cronograma oficial do Censo Escolar da Educação Básica 2026. A Portaria nº 219/2026, publicada nesta terça-feira, 19 de maio, estabelece as datas e os responsáveis pelas atividades das duas etapas da pesquisa estatística, realizada anualmente em todo o país por meio do Sistema Educacenso.
A primeira etapa do censo terá início em 27 de maio, data de referência para declaração das informações educacionais. O período de coleta de dados seguirá até 31 de julho.
Nessa fase, as escolas deverão informar os dados de matrículas, turmas, profissionais escolares e infraestrutura das unidades de ensino. A responsabilidade pela declaração das informações é dos diretores escolares, responsáveis pela exportação dos dados, e dos gestores municipais, estaduais e do Distrito Federal.
Os dados preliminares serão enviados ao Ministério da Educação (MEC) em 27 de agosto para publicação no Diário Oficial da União (DOU). Após essa publicação, o sistema será reaberto durante 30 dias para conferência, ratificação e eventual correção das informações declaradas.
O cronograma também prevê períodos específicos para verificação dos dados pelos gestores educacionais e confirmação de matrículas duplicadas no módulo próprio do Educacenso. O envio dos dados finais homologados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), utilizados no cálculo dos coeficientes de distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), será realizado no dia 11 de dezembro.
A divulgação dos resultados finais da primeira etapa, das sinopses estatísticas e dos demais produtos de disseminação estatística da educação básica ocorrerá em 1º de fevereiro de 2027.
Situação do Aluno – A segunda etapa do Censo Escolar 2026, a Situação do Aluno, terá início também em 1º de fevereiro de 2027, com a abertura da funcionalidade específica no Sistema Educacenso.
Nessa fase, serão coletadas informações sobre rendimento e movimento escolar dos estudantes declarados na primeira etapa, incluindo dados de aprovação, reprovação, abandono e transferência. O período de coleta seguirá até 12 de março de 2027.
As taxas preliminares de rendimento escolar e os relatórios por escola estarão disponíveis para conferência a partir de 1º de abril de 2027. Já os indicadores finais de rendimento escolar serão divulgados pelo Inep em 14 de maio de 2027.
Censo Escolar – O Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica brasileira e reúne informações das redes pública e privada de ensino. Os dados coletados subsidiam a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas educacionais, além de servirem como referência para programas de financiamento e distribuição de recursos da educação.
O levantamento abrange as diferentes etapas da educação básica: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional e tecnológica.
O Censo também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais.
Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilita monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Ministério de Portos e Aeroportos avança em estudo sobre carga aérea com visitas técnicas a centros logísticos em São Paulo
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) realizou, na última semana, uma série de visitas técnicas a terminais de carga e centros logísticos em São Paulo, em parceria com pesquisadores do Laboratório de Transportes e Logística (Labtrans), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A iniciativa integra o estudo conduzido pelo ministério para mapear desafios, gargalos e oportunidades de melhoria no transporte aéreo de cargas no Brasil.
Durante três dias, técnicos do MPor e pesquisadores da UFSC visitaram os Terminais de Carga Aérea (TECA) de Viracopos e Guarulhos. Juntos, eles responderam por 38% da movimentação de carga aérea do país em 2025. A equipe também esteve em centros logísticos de empresas como Amazon, DHL, Latam Airlines, Cainiao (braço logístico da AliExpress), além da Ajun, responsável pelo transporte de encomendas de plataformas como Shein, Temu e Shopee.
O avanço do e-commerce no Brasil tem aumentado a demanda por operações logísticas mais rápidas, eficientes e integradas, tornando o transporte aéreo estratégico para garantir prazos menores de entrega e ampliar a conexão entre mercados nacionais e internacionais.
A pesquisa em campo foi estruturada em quatro eixos centrais: infraestrutura, sustentabilidade, cadeia de segurança e crescimento do e-commerce. Durante as visitas, os técnicos puderam acompanhar de perto os processos logísticos de importação e exportação, as etapas de desembaraço fiscal e as estratégias.
Um dos exemplos observados pela equipe foi a parceria logística entre a Amazon e a Azul Linhas Aéreas. O modelo permite que a empresa de comércio eletrônico realize o preparo, a inspeção e a paletização das cargas de acordo com os padrões exigidos pela companhia aérea antes do embarque. Na prática, isso reduz etapas operacionais, otimiza o fluxo logístico e diminui custos para o transporte das mercadorias.
Para o secretário Nacional de Aviação Civil (SAC), Daniel Longo, iniciativas como essa podem servir de referência para o aprimoramento dos processos de importação e transporte aéreo de carga no Brasil. “Como governo, precisamos entender como esses modelos funcionam, dialogar com os órgãos reguladores, como a Anac, com os operadores e avaliar políticas que simplifiquem procedimentos e possam reduzir custos para empresas e consumidores”, afirmou.
O estudo busca compreender como o setor pode se preparar para absorver o crescimento das encomendas movimentadas por plataformas digitais e operadores logísticos. O objetivo do MPor é transformar esse conhecimento em apoio para políticas públicas e em medidas que apontem os principais gargalos do setor e indiquem caminhos para fortalecer a infraestrutura, ampliar a competitividade e apoiar o crescimento das operações logísticas no país.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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