NACIONAL

Parlamento Juvenil do Mercosul defende educação e integração

No segundo dia de atividades do Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM) 2025, ocorrido na terça-feira, 12 de agosto, estudantes da América do Sul destacaram a educação como eixo essencial para a integração regional e a superação de desafios sociais, econômicos e ambientais. O encontro ocorreu no auditório Martina Piazza, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu. O evento reuniu representantes de delegações estudantis do Brasil, Argentina e Uruguai, que destacaram o papel da educação como ferramenta para transformar realidades e integrar os países do bloco.

Representando o Brasil, o estudante cearense Wesley Santana defendeu a educação pública, gratuita e de qualidade como caminho para a construção de um futuro equitativo e sustentável. Ele destacou programas do Ministério da Educação (MEC), como o Pé-de-Meia, que oferece apoio financeiro a estudantes da rede pública para combater a evasão escolar. “Sou nordestino, estudante de escola pública. É uma grande honra para mim estar aqui representando a voz do grupo parlamentar brasileiro e fazer parte desse evento tão importante. Queria destacar a importância do evento e como ele é fundamental para fortalecer nossa integração regional e conseguirmos colaborar para um futuro mais igual e equilibrado para todo o nosso planeta”, relatou.  

O brasileiro ainda completou que, com acesso à educação e com políticas públicas efetivas, é possível enfrentar problemas como as mudanças climáticas e as desigualdades sociais.

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“Acreditamos que a integração regional é possível desde que as soberanias sejam respeitadas. A educação é ponto de convergência para todos os países do Mercosul e é através dela que podemos construir países mais justos, igualitários e sustentáveis para todos”, finalizou Wesley Santana.

Em seu discurso, a representante argentina Maya Fiorella Franco destacou a importância das trocas interculturais e do respeito às diversidades. “Começamos a construir o futuro juntos, nos escutando, nos respeitando e nos unindo. Aqui vai ser um espaço para aprender, para nos inspirar e para defender o que nos une: nossos direitos como jovens, cidadãos e parte de uma nação”, afirmou.

O uruguaio Agosto Cabrera ressaltou a responsabilidade dos jovens parlamentares em representar suas nações e trabalhar por soluções coletivas. “O valor do diálogo, do debate, do intercâmbio de ideias é fundamental para gerar um resultado que nos sirva. Portanto, também é necessário que esse trabalho em conjunto seja realizado com respeito e transmitindo as culturas, sem deixar de lado o que é fundamental. Queremos propostas concretas, sérias, que sirvam para todo o nosso bloco”, comentou.  

Programação – A programação do dia incluiu ainda formações sobre o funcionamento dos trabalhos parlamentares e a divisão dos estudantes em comissões temáticas, em que discutiram temas como a integração regional, os parlamentos do Mercosul e o papel dos jovens na formulação de políticas públicas.

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À tarde, os estudantes visitaram o Parque Nacional do Iguaçu e as Cataratas, onde participaram de uma atividade de educação ambiental. O estudante Emerson Silva dos Santos, do Rio de Janeiro, reforçou o compromisso da delegação brasileira com a defesa do meio ambiente. “Precisamos agir agora para proteger nossos ecossistemas e enfrentar as mudanças climáticas.”

A uruguaia Martina Zapata, por sua vez, ressaltou o valor das vivências proporcionadas pelo PJM. “É um privilégio estar aqui. Essas experiências nos preparam para os desafios do mundo contemporâneo e nos motivam a encontrar soluções conjuntas.”

O segundo dia do PJM 2025 mostrou que a juventude sul-americana está pronta para assumir o protagonismo na construção de um Mercosul mais justo, diverso e educador — um futuro em que a educação seja ponte para a integração e a transformação.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MPS e INSS realizam mais de 1,2 mil atendimentos sem agendamento em SP em edição do Governo do Brasil na Rua

O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizaram 1.254 atendimentos à população, no último fim de semana, durante mais uma edição do Governo do Brasil na Rua, em São Paulo. Foram oferecidos serviços espontaneamente, sem prévio agendamento.

O balanço da Assessoria de Monitoramento de Políticas Públicas (AMPP) do MPS aponta para os seguintes destaques:

  • 714 atendimentos administrativos
  • 272 perícias médicas
  • 84 atendimentos do CRPS
  • 184 avaliações sociais
  • 556 outros atendimentos

A ação em São Paulo foi dividida em três regiões. Na Zona Leste, em Guaianazes, foram 387 atendimentos, entre os quais 256 atendimentos administrativos, 57 perícias médicas 30 atendimentos do Conselho de Recursos da Previdência Social e 44 avaliações sociais. Na Zona Sul (Campo Limpo), foram 784 atendimentos no total: 400 atendimentos administrativos, 206 perícias, 123 avaliações sociais e 54 atendimentos do CRPS. Já em São Bernardo do Campo foram 58 atendimentos – 34 administrativos, oito perícias e 15 avaliações sociais.

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O Governo na Rua é uma iniciativa coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República que busca aproximar o Estado da população em territórios vulnerabilizados.

Em todas as edições do Governo na Rua o MPS e o INSS vêm se destacando com seus serviços, com foco na proteção dos direitos previdenciários. Ao concentrar perícias, avaliações sociais e recursos administrativos no mesmo local, o programa agilizou o atendimento e combateu a insegurança financeira de idosos e pessoas com deficiência, proporcionando acesso imediato à subsistência.

Compromisso contínuo

A atuação in loco demonstra que o programa é uma estratégia eficaz para enfrentar desigualdades estruturais. Além de ofertar serviços, as equipes de servidores realizaram orientações sobre segurança previdenciária, promovendo educação em direitos enquanto a população aguardava o atendimento.

Fonte: Ministério da Previdência Social

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