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Juíza auxiliar participa do 28º Colinj e debate fortalecimento da proteção à infância no RJ

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A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso e coordenadora adjunta da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ/TJMT), Anna Paula Gomes de Freitas Sansão, participou do 28º Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil (Colinj), realizado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), na cidade do Rio.
O encontro integrou a programação do Encontro Nacional de Magistrados da Infância e Juventude, que ocorreu entre os dias 28 e 30 de abril, e reuniu juizes de todo o país para debater o fortalecimento das políticas públicas e à atuação do Judiciário na garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
A programação ainda contou com a realização do 20º Fórum Nacional da Justiça Protetiva (Fonajup) e o 37º Fórum Nacional de Justiça Juvenil (Fonajuv). Ao longo de três dias os participantes realizaram um intercâmbio de experiências e construíram estratégias conjuntas para o enfrentamento de desafios contemporâneos da infância e juventude.
Um dos destaques do Colinj foi o estabelecimento do Colégio das Equipes Técnicas Multiprofissionais da área da Infância e da Juventude do Poder Judiciário Brasileiro (Cominj). Presidido pelo assistente social Caio Cesar Wollmann Schaffer, o Cominj é voltado ao fortalecimento técnico e institucional das equipes técnicas que atuam na área da infância e juventude.
A reestruturação das equipes multiprofissionais, composta geralmente por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos, foi apresentada pela psicóloga do Tribunal de Justiça do Paraná Angela Regina Urio Liston. Ela abordou a importância da mudança na configuração a partir das Resoluções 667 e 658/2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revelando como a alteração pode interferir positivamente na magistratura.
A juíza auxiliar da Corregedoria de Mato Grosso destacou que os eventos reafirmam o compromisso da magistratura brasileira com a proteção integral da infância e juventude, por meio do aperfeiçoamento técnico e da construção de políticas públicas mais eficazes. “São espaços estratégico de construção coletiva, que fortalece a atuação da Justiça e amplia a proteção de crianças e adolescentes em todo o país”, pontuou Anna Paula Gomes de Freitas Sansão.
Nos demais eventos, além da juíza auxiliar representaram o Judiciário mato-grossense os juízes das Varas Especializadas da Infância e Juventude: Tiago Souza Nogueira de Abreu (Várzea Grande); Melissa de Lima Araújo (Sinop); Leilamar Aparecida Rodrigues (2ª Vara de Cuiabá) e Gleide Bispo (1ª Vara de Cuiabá).
Encontro Nacional – Promovido pela Abraminj, o Encontro Nacional dos Magistrados da Infância e Juventude é realizado de forma itinerante e consolida-se, ano após ano, como espaço estratégico para o fortalecimento da atuação judicial especializada. A iniciativa ainda contribui para a formulação de políticas públicas, a uniformização de entendimentos e o aprimoramento da prestação jurisdicional.
Leia mais sobre:
Magistrados do TJMT participam de encontro nacional da infância e juventude no RJ

Autor: Larissa Klein

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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