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Polícia Civil cumpre 10 ordens judiciais contra suspeitos de extorsão por meio digital

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A Polícia Civil finalizou, nessa terça-feira (28.04), a Operação Pressão Velada. Foram cumpridas 10 ordens judiciais contra suspeitos de extorsão por meio digital contra uma vítima em Barra do Garças.

Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão nos endereços dos envolvidos. Os mandados foram expedidos pelo Juízo das Garantias Constitucionais.

As investigações tiveram início no mês de março, após uma vítima, de 32 anos, procurar da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças relatando que teria sido ludibriada em contato via Whatsapp, por meio de perfil falso criado pelos criminosos, com o objetivo de exigir valores em dinheiro para evitar a divulgação de fotos íntimas.

Zelando por sua integridade moral, a vítima chegou a realizar três transferências bancárias via PIX para duas contas diversas. Ao ser exigido mais valores, percebeu que se tratava de ação criminosa e procurou a delegacia em busca de providências.

No curso das investigações, foi possível identificar a titularidade das contas de duas mulheres cujos valores foram recebidos. Intensificando mais as buscas, foi possível concluir que se tratava de uma família cujos membros são filho, mãe e esposa.

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Diante das evidências sobre a participação dos envolvidos no crime, o delegado Joaquim Leitão representou pela expedição das medidas cautelares, com o objetivo de coibir demais ações ilícitas do grupo e responsabilizá-lo criminalmente pelos prejuízos provocados.

A operação teve início na manhã da quinta-feira (23.04) e foi concluída na tarde dessa terça-feira (28.04), após a localização e prisão do terceiro envolvido. Um dos envolvidos, que já estava preso temporariamente, também teve a prisão convertida em preventiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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