NACIONAL
Escuta sobre formação continuada tem quase 64 mil respostas
O Ministério da Educação (MEC) realiza, até 21 de abril, a Escuta Nacional sobre Formação Continuada, a fim de subsidiar a criação da Política Nacional de Formação Continuada dos Profissionais da Educação Básica Pública. Até o momento, 63.547 professores e diretores já contribuíram com o questionário on-line, que mapeará o que os profissionais pensam sobre a formação continuada e identificará quais são as principais demandas formativas e as preferências.
A consulta está disponível no portal do MEC e pode ser respondida por professores e diretores escolares da educação básica. A participação dos docentes é fundamental para garantir a efetividade da política. A formação continuada é uma importante etapa do processo de criação da identidade e do desenvolvimento profissional, contribuindo para a melhoria do ambiente escolar e para a promoção da qualidade educacional.
Além disso, a iniciativa envolve dimensões organizacionais relevantes, como os processos decisórios, os mecanismos de acreditação e o financiamento, bem como a gestão do tempo e dos espaços dedicados à formação.
Esse é um processo multidimensional que proporciona aos profissionais da educação acesso a novos conhecimentos, metodologias e reflexões sobre as suas práticas, impactando diretamente como aprendem, atuam, desenvolvem e constroem sua identidade profissional. Ela se materializa por meio de práticas formativas como cursos, oficinas, seminários, grupos de estudo, com durações e periodicidades diversas, podendo ocorrer nas modalidades a distância (assíncrona e/ou síncrona) e presencial, com formadores da própria rede ou de universidades e instituições parceiras.
Nesse sentido, o engajamento das redes de ensino tem papel estratégico para a qualificação da escuta e para a consolidação de uma base consistente de informações. A participação dos educadores contribui para ampliar a representatividade dos dados e fortalecer a capacidade de formulação de políticas públicas alinhadas às dinâmicas e necessidades dos territórios e das escolas.
Contexto – Em pesquisa recente, demandada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizada entre janeiro de 2024 e maio de 2025, foram obtidos dados relativos a temas e metodologias de formação continuada ofertados por 23 estados da federação, incluídos os conteúdos, os espaços, a duração, os responsáveis pela formação e as práticas formativas. Adicionalmente, foram investigados os princípios orientadores da formação, a oferta para diferentes etapas do ciclo profissional e os mecanismos de acompanhamento e avaliação utilizados.
Embora os dados apontem para algumas tendências, o MEC quer ouvir professores e diretores escolares para assegurar que os próprios profissionais possam atuar como elementos estruturantes da nova política. A escuta qualificada, que tem como base as necessidades formativas oriundas do chão das escolas, permite valorizar os saberes dos sujeitos e fomentar o protagonismo profissional.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
MME participa de evento sobre minerais críticos e estratégicos no Reino Unido
O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, na última quinta-feira (4/6), do “Diálogo Brasil-Reino Unido sobre Minerais Estratégicos e Transição Energética”, encontro internacional voltado ao intercâmbio de conhecimentos e à cooperação bilateral no setor mineral entre os países. O evento reuniu representantes do governo, investidores, empresas de mineração e especialistas do Brasil e do Reino Unido.
O foco do encontro foi ampliar o diálogo a respeito dos desafios e as oportunidades relacionados aos minerais essenciais para a transição energética global. A programação abordou temas como atração de investimentos, financiamento de projetos, inovação tecnológica, sustentabilidade e segurança das cadeias de suprimento.
Representando o MME na agenda internacional, o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética do Setor Mineral, Gustavo Masili, apresentou as ações desenvolvidas pelo Governo do Brasil para ampliar a competitividade do setor e consolidar o país como fornecedor estratégico de minerais essenciais para a transição energética global.
Durante sua apresentação, Masili destacou que o Brasil foca em parcerias que agregam valor e promovam o desenvolvimento de uma indústria mineral cada vez mais inovadora e competitiva. “O Brasil está aberto ao diálogo e à cooperação com iniciativas internacionais que contribuam para uma cadeia global de minerais críticos mais resiliente, transparente e sustentável, em consonância com os interesses nacionais e com os princípios do desenvolvimento econômico e social do país”, destacou.
A participação do MME no encontro reforça o compromisso do Brasil com o fortalecimento do setor mineral e com a criação de um ambiente favorável à atração de investimentos.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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