NACIONAL
Silvio Costa Filho deixa MPor após gestão marcada por alta de investimentos e movimentações recordes
Após dois anos e meio à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, entre setembro de 2023 e março de 2026, o ministro Silvio Costa Filho deixou o cargo, nesta terça-feira (31), com o legado de uma gestão marcada por um período de modernização e investimentos estratégicos que aqueceram o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Com foco na conectividade e na inclusão, a pasta recriada pelo Governo do Brasil tem alcançado resultados expressivos, consolidando um novo ciclo de crescimento para os dois setores.
Um dos eixos da gestão foi a atração de investimentos para os modais. “No período em que estivemos à frente da pasta, fomos em busca de recursos para aporte no presente e no futuro da infraestrutura no Brasil. Com isso, modernizamos o país e o preparamos para um novo ciclo de crescimento”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho.
As ações do MPor tiveram impacto direto na vida das pessoas, com a geração de empregos imediatos durante obras e movimentações, com vagas permanentes e qualificadas. A experiência de quem viaja também foi renovada, com melhorias para a marca de quase 130 milhões de passageiros registrados recentemente, como a construção de novas pontes de embarque e terminais mais amplos e modernos.
Inclusão
Outro eixo da gestão do ministro Silvio Costa Filho no Ministério de Portos e Aeroportos foi o compromisso com a inclusão social e a humanização dos serviços, transformando os terminais em espaços mais acolhedores e seguros para todos os cidadãos.
Entre as iniciativas, o Programa de Atendimento ao Passageiro com Transtorno do Espectro Autista (TEA) implementou 22 salas multissensoriais em aeroportos, superando metas e oferecendo um ambiente diferenciado para passageiros neurodivergentes. As equipes de solo e bordo foram capacitadas para garantir um atendimento mais humanizado, consolidando a visão de que o transporte aéreo é um serviço essencial que deve estar preparado para receber a diversidade da população brasileira.
O Ministério também intensificou ações de proteção e respeito às mulheres, com as campanhas “Assédio Não Decola” e “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não”. Essas iniciativas estabeleceram protocolos claros de prevenção e denúncia contra a importunação sexual e a violência de gênero, usando a grande circulação dos terminais para conscientizar a sociedade.
Além disso, houve a oferta de 74 bolsas de estudo integrais para o curso de Mecânico de Manutenção Aeronáutica, direcionadas a jovens de baixa renda e mulheres, que confirmaram o compromisso do MPor com a formação profissional e a democratização do acesso às carreiras da aviação civil.
A agenda contemplou ainda o bem-estar animal, com o lançamento do Plano de Transporte Aéreo de Animais (PATA), que padroniza e eleva a segurança no transporte de pets.
Conectividade
A gestão estratégica do Ministério de Portos e Aeroportos se estendeu à conectividade nacional. A modernização do Aeroporto de Congonhas, por exemplo, o consolidou como um dos principais hubs da América Latina. A interiorização do crescimento foi priorizada, levando infraestrutura de ponta para estados como Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pará, conectando áreas produtivas aos grandes mercados e gerando riqueza longe das capitais.
Recordes no setor portuário
O setor portuário sob a gestão de Costa Filho também chegou a um momento de renovação e grandes avanços. Em 2025, a movimentação total de cargas atingiu 1,34 bilhão de toneladas, um crescimento de 3,25% em relação ao ano anterior. Esse ganho de capacidade foi fundamental para atender ao aumento da demanda por commodities, com destaque para o petróleo (+74%), a soja (+73,9%) e a carne bovina (+70,5%) nas exportações.
Os portos brasileiros foram protagonistas para que o país alcançasse, pelo terceiro ano consecutivo, um superávit comercial, com a corrente de comércio atingindo US$ 629 bilhões em 2025 e um superávit de US$ 68,2 bilhões, o terceiro maior da história.
“Os números mostram que o Brasil vive um novo contexto em termos de logística. Não é coincidência que os três maiores superávits da nossa história tenham ocorrido nos últimos três anos. Isso prova que a infraestrutura portuária se tornou um meio de competitividade”, ressaltou o ministro.
Indústria naval
A gestão de Silvio Costa Filho também se destacou pelo fortalecimento da indústria naval. O Fundo da Marinha Mercante (FMM) foi peça-chave, com R$ 7,2 bilhões contratados em 2025 para 151 obras, e a previsão de R$ 34 bilhões em novas aprovações para 2026.
A política de concessões e leilões também impactou o setor. Em 2025, o Ministério realizou 21 leilões de empreendimentos portuários e de aviação, com investimentos de R$ 11 bilhões. Para 2026, estão previstos 40 leilões, incluindo 18 portos, 21 aeroportos e 1 hidrovia, com expectativa de mais de US$ 10 bilhões em investimentos privados.
Legado
O legado deixado pelo ministro Silvio Costa Filho no Ministério de Portos e Aeroportos é de crescimento, modernização e geração de oportunidades. Os recordes alcançados nos setores portuário e aeroportuário, a atração de investimentos, a criação de empregos e o fomento às indústrias estratégicas confirmam que foi posto em prática o compromisso do governo do presidente Lula com o desenvolvimento sustentável e a competitividade do Brasil no cenário mundial.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
Cadernos de Gestão reúnem orientações para as redes de ensino
estores das redes estaduais, distrital e municipais de educação podem consultar seis Cadernos de Gestão com informações sobre políticas educacionais voltadas a diferentes modalidades da Educação Básica. As publicações reúnem marcos normativos, conteúdos e orientações relacionadas à gestão educacional e ao direito de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes. O material foi produzido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).
A iniciativa tem como objetivo contribuir para o debate público e oferecer apoio às redes de ensino na formulação, implementação e monitoramento de políticas, programas, processos e práticas de gestão voltados à promoção da equidade educacional.
Para isso, estão disponíveis seis cadernos, com foco na educação básica, correspondentes às seguintes modalidades:
- educação do campo;
- educação de jovens e adultos (EJA);
- educação escolar quilombola;
- educação escolar indígena;
- educação especial inclusiva;
- educação bilíngue de surdos.
Os cadernos foram estruturados de forma a conectar saberes teóricos e marcos normativos, considerando os desafios e as especificidades presentes no cotidiano da gestão educacional. Os conteúdos e recomendações apresentados nas publicações buscam contemplar a diversidade de contextos dos diferentes entes federativos, enquanto as edições estão organizadas em capítulos que oferecem subsídios sobre sete dimensões, sendo elas:
- Relações federativas;
- Planejamento;
- Financiamento;
- Matrícula e composição de turmas;
- Alocação de profissionais;
- Formação de profissionais;
- Avaliação e monitoramento da educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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