ASSISTÊNCIA SOCIAL

Graças a Virginia Mendes avançamos em assistência social em Araputanga”, afirma primeira-dama do município

Luiza Rios elogiou ações do Governo de Mato Grosso e destacou programas idealizados por Virginia Mendes que têm fortalecido o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade

A primeira-dama de Araputanga e secretária municipal de Assistência Social, Luiza Rios, elogiou as ações do Governo de Mato Grosso na área social durante agenda realizada nesta segunda-feira (16.03) no município, localizado no Vale do Jauru.

Segundo ela, os avanços na assistência social local ocorreram graças à parceria com o Estado e aos programas idealizados pela primeira-dama Virginia Mendes.

“Graças à primeira-dama Virginia Mendes nós avançamos muito na assistência social em Araputanga. O apoio do Governo de Mato Grosso fez a diferença para muitas famílias que precisam desse olhar mais sensível”, afirmou Luiza.

Durante a cerimônia, Virginia também foi homenageada pelo padre Celso de Jesus, em nome da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em reconhecimento ao trabalho social desenvolvido no estado.

Luiza Rios também destacou os investimentos do programa SER Família Habitação Faixa Zero no município. Segundo ela, 45 casas estavam em fase final de construção e seriam entregues para famílias que aguardavam pela oportunidade de conquistar a casa própria.

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“Estamos prestes a entregar 45 casas em Araputanga e isso representa dignidade e uma nova oportunidade de vida para muitas famílias. Essa parceria com o Governo do Estado transformou realidades e fortaleceu a assistência social no nosso município”, ressaltou.

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Bispo que já ofendeu autoridades e foi condenado pela Justiça volta a ser denunciado por ameaças e agressões verbais contra servidora

Caso ocorreu dentro de gabinete em Várzea Grande; histórico do assessor inclui confronto com policiais federais e condenação por danos morais

Uma servidora da Prefeitura de Várzea Grande registrou boletim de ocorrência contra o assessor Gustavo Henrique Duarte, conhecido como “bispo Gustavo Duarte”, por supostas ameaças, agressões verbais e comportamento intimidatório dentro do ambiente de trabalho.

De acordo com o relato, o caso ocorreu na manhã da última terça-feira (29), dentro de um gabinete da administração municipal. A vítima afirma que foi chamada de “sonsa” e “idiota”, além de ter sido ameaçada com a frase: “você vai ver o que eu vou fazer com você”.

Segundo o boletim, a confusão teria começado após o assessor exigir o cumprimento imediato de uma tarefa. Ao informar que já estava executando outra demanda, a servidora relata que ele passou a agir de forma agressiva, elevando o tom de voz e adotando postura considerada truculenta.

Ainda conforme a denúncia, mesmo após intervenção de colegas, o assessor teria invadido outra sala, apontado o dedo no rosto da vítima e reiterado as ameaças. O documento também cita que ele teria feito comentários depreciativos a terceiros, inclusive com ofensas relacionadas à aparência da servidora.

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A mulher afirma que o comportamento não seria isolado. Segundo ela, episódios semelhantes já teriam ocorrido com outros servidores, criando um ambiente de medo dentro da repartição. “Ele trata as pessoas de forma grosseira, autoritária. Não foi só comigo”, declarou.

Diante da situação, a servidora informou que solicitou medida protetiva por receio de novas abordagens.

HISTÓRICO DE POLÊMICAS

O nome de Gustavo Duarte já esteve envolvido em outros episódios de confronto e polêmicas.

Em 2025, durante uma operação da Polícia Federal que investigava a disseminação de fake news contra o governador Mauro Mendes, o então ex-secretário e sua esposa foram filmados discutindo com agentes federais durante o cumprimento de mandados. Na ocasião, houve acusações de desacato.

As imagens foram posteriormente divulgadas, o que motivou uma ação judicial por parte de uma delegada da Polícia Federal. A Justiça entendeu que houve extrapolação do direito de expressão, com exposição indevida da autoridade policial.

Como resultado, o juiz Yale Sabo Mendes, da 7ª Vara Cível de Cuiabá, condenou Gustavo Duarte e sua esposa ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais à delegada.

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Segundo a decisão, a divulgação do conteúdo gerou constrangimento e violou a honra da agente pública.

O episódio também culminou, à época, na exoneração de Duarte do cargo de secretário, embora ele tenha retornado posteriormente à administração municipal como assessor.

CONDUTA RECORRENTE

Na denúncia mais recente, a servidora afirma que o comportamento agressivo seria recorrente e direcionado especialmente a colegas mulheres, com relatos de desrespeito, intimidação e exposição de servidores dentro do ambiente institucional.

OUTRO LADO

Em nota, a Prefeitura de Várzea Grande informou que não comenta questões de natureza pessoal, mas ressaltou que todas as denúncias formais são encaminhadas aos setores competentes para análise, conforme a legislação vigente.

A administração afirmou ainda que mantém políticas voltadas à garantia de um ambiente de trabalho seguro e respeitoso, e que permanece à disposição para esclarecimentos dentro dos limites legais.

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