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Polícia Civil prende homem por prática de estelionato tentado e uso de documento falso em Alto Taquari

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 20 anos, suspeito da prática dos crimes de estelionato tentado, uso de documento falso e condução de veículo com sinal identificador adulterado. A ação ocorreu em uma fazenda localizada na zona rural de Alto Taquari, nessa quarta-feira (11.3).

A prisão ocorreu após ação imediata da equipe da Delegacia de Polícia Civil de Alto Taquari, que recebeu denúncia anônima de que um indivíduo estaria em uma propriedade rural tentando carregar um caminhão com soja, utilizando uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) possivelmente falsa. Segundo a denúncia, o documento continha inconsistências, como nome divergente, data de nascimento incorreta e número de CPF pertencente a outra pessoa.

Diante das informações, os policiais civis se deslocaram até a propriedade rural para averiguar os fatos. No local, os investigadores fizeram contato com o suspeito que, durante a abordagem, confessou estar utilizando documento falso, alegando não possuir habilitação.

Durante as diligências, o indivíduo informou ainda que teria sido orientado por terceiros a sair da cidade de Rondonópolis até Alto Taquari para carregar o caminhão com soja, devendo, posteriormente, retornar a Rondonópolis, onde a carga seria descarregada e retirada por outras pessoas.

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Inicialmente, o suspeito apresentou-se aos funcionários da fazenda utilizando nome falso. Entretanto, após verificação realizada pelos policiais civis nos sistemas de consulta, constatou-se que os dados constantes na CNH apresentada não correspondiam à fotografia exibida, sendo o cadastro pertencente a um homem de idade avançada. Após novas averiguações, foi identificado o verdadeiro nome do suspeito, de 20 anos.

Durante a ocorrência, o investigado também informou que as placas do caminhão utilizado eram falsas, o que reforçou as suspeitas quanto à prática de crimes relacionados à fraude e adulteração de sinais identificadores de veículo.

Diante dos fatos, o suspeito foi preso, em flagrante, e conduzido à delegacia, onde foi apresentado à autoridade policial para a adoção das medidas legais cabíveis. Posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil segue com as investigações, com o objetivo de identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos na ação criminosa, reforçando o compromisso da instituição no combate a fraudes e demais crimes que impactam o setor produtivo da região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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