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Corpo de Bombeiros resgata gambá e arara-canindé em diferentes municípios

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou o resgate e o encaminhamento para tratamento veterinário e soltura de dois animais silvestres que estavam em locais de risco em dois municípios do Estado.

A equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada na manhã desta quarta-feira (11.2) para resgatar uma arara-canindé que estava em uma indústria em Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá).


Sgt BM Alexsandre – CBMMT

Após receber o chamado, a equipe prontamente se deslocou ao endereço e, ao chegar, constatou que a ave estava desorientada e apresentava sinais e sintomas de intoxicação alimentar.

A arara foi capturada com os devidos cuidados e, em seguida, encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) para receber os devidos cuidados.

No dia anterior, na terça-feira (10.2), por volta das 20h45, a equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada para resgatar um gambá que estava no portão de uma residência na Rua Bonita, no bairro Jardim Luciana, em Primavera do Leste (243 km de Cuiabá).

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Ao chegar ao endereço, os militares constataram que se tratava de um animal de pequeno porte e realizaram a captura utilizando um cambão.

O gambá foi avaliado pela equipe e, como não apresentava nenhum tipo de ferimento, foi colocado em uma caixa de transporte e levado até uma área de preservação permanente, onde foi solto novamente em seu habitat natural.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193 solicitando auxílio e, em nenhuma hipótese, deve tentar capturar o animal de forma indevida.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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