MATO GROSSO
Seciteci abre processo seletivo para professores bolsistas em nove Etecs
A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT), publicou editais de processo seletivo simplificado para seleção de professores bolsistas. As vagas estão destinadas para atuação nas Escolas Técnicas Estaduais de Educação Profissional e Tecnológica (Etecs) nos municípios de Diamantino, Poxoréu, Barra do Garças, Cáceres, Matupá, Lucas do Rio Verde, Sinop, Cuiabá e Água Boa. As inscrições estão disponíveis até quarta-feira (7.1), com exceção para as vagas em Cuiabá que seguem abertas até o dia 12 de janeiro.
De acordo com os editais, a seleção ocorrerá por meio de análise curricular, de forma que os professores selecionados atuarão como bolsistas nos cursos técnicos vinculados ao Programa Estadual de Qualificação (PEQ/MT).
Entre as áreas de formação há vagas para professores de agronegócio, administração, fruticultura, agronomia, informática, engenharia da computação e logística. Vale ressaltar que alguns cargos são para atuação fora de sede, por isso é importante verificar no edital em quais municípios serão desenvolvidas as atividades.
Em relação à remuneração, o seletivo prevê que as bolsas serão concedidas de acordo com a carga horária e atividades desempenhadas, “conforme valores definidos na Lei nº 12.521/2024, regulamentada pelo Decreto n° 1.477/2025”, como destaca trecho do documento.
As inscrições devem ser realizadas somente de maneira online, por meio de formulário disponibilizado nos editais referente às vagas específicas. O resultado de cada processo seletivo será publicado no site da Seciteci, após prazo de avaliação dos currículos.
Confira os editais de cada Etec:
Diamantino – Clique aqui e retificação
Poxoréu – Clique aqui e Clique aqui
Barra do Garças – Clique aqui
Cáceres – Clique aqui
Matupá – Clique aqui
Lucas do Rio Verde – Clique aqui
Sinop – Clique aqui
Cuiabá – Clique aqui
Água Boa – Clique aqui
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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