NACIONAL
Oficina do MME orienta municípios mineiros sobre gestão dos recursos da mineração
O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu, na Caravana Federativa de Belo Horizonte (MG), uma oficina sobre Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), com foco na qualificação da gestão dos recursos recebidos pelos municípios mineradores e na ampliação dos benefícios socioeconômicos da atividade mineral.
Durante a atividade, foi reforçado que a CFEM representa uma importante fonte de receita para estados e municípios que convivem diretamente com os impactos da atividade. Em muitos casos, os recursos da compensação figuram entre as principais receitas municipais, com papel relevante no financiamento de políticas públicas locais.
“A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais é um instrumento estratégico para transformar a riqueza mineral em desenvolvimento local, fortalecendo a capacidade dos municípios de investir em infraestrutura, serviços públicos e planejamento de longo prazo”, enfatizou o diretor de Planejamento e Política Mineral do MME, João Marcos Camargo.
A oficina também abordou os marcos legais que regem a CFEM, as competências da Agência Nacional de Mineração (ANM) na fiscalização e a importância do uso responsável dos recursos. Entre os temas discutidos estiveram a diversificação da base produtiva, o estímulo à industrialização mineral, o fortalecimento da infraestrutura local e a melhoria dos serviços públicos.
A iniciativa integra o esforço do Governo do Brasil para apoiar os municípios na transformação da riqueza mineral em desenvolvimento sustentável, promovendo planejamento, transparência e visão de longo prazo na aplicação dos recursos oriundos da mineração.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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NACIONAL
MEC participa da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
A 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura aconteceu nesta quinta-feira, 21 de maio, em Aracruz (ES), com a presença do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, entre outras autoridades. O encontro, realizado após um hiato de 12 anos, teve início em 19 de maio e prossegue até o dia 24, sendo realizado pela primeira vez fora de uma capital e em um território indígena com forte presença dos povos Tupiniquim e Guarani.
Criados em 2004, com o lançamento do Programa Cultura Viva, os Pontos de Cultura são grupos e entidades que desenvolvem ações culturais de base comunitária em seus territórios. A política consolidou-se como Política Nacional de Cultura Viva em 2014, por meio da Lei nº 13.018, e completa mais de 20 anos como a principal iniciativa de cultura comunitária do país. A iniciativa tornou-se uma das principais políticas culturais do país e inspirou iniciativas semelhantes em 14 países, que deram origem ao IberCultura Viva em 2014.
“É uma alegria imensa ver de perto a força e a resistência dessa Teia tecida a tantas mãos. Nós, brasileiras e brasileiros, somos admirados no mundo inteiro pela nossa cultura e pela nossa extraordinária capacidade de transformar a essência brasileira em música, literatura, teatro, dança, cinema e artes visuais”, disse Lula.
Atualmente, o Brasil conta com 16.057 Pontos de Cultura e 681 Pontões certificados, totalizando 16.738 iniciativas reconhecidas. Até o início de 2023, eram 4.329. Nos últimos três anos, o Cultura Viva foi retomado e intensificado por meio de investimento histórico de quase R$ 1 bilhão. Entre as ações de recomposição orçamentária para a cultura, está a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), que garante piso anual de R$ 400 milhões para o fortalecimento da Cultura Viva em todo o território nacional.
“Em junho deste ano, a nossa política nacional Cultura Viva completa 22 anos, com cerca de 16 mil pontos e pontões de culturas cadastrados. Mesmo com a extinção do Ministério da Cultura e o desmonte das políticas culturais do governo passado, os pontos e pontões sempre se mantiveram firmes, ativos e cheios de vida. A Teia é a materialização do nosso compromisso com o potencial social e popular como elemento estruturante de nossas políticas públicas e do país que queremos”, afirmou Margareth Menezes.
Normas – A solenidade foi marcada pela assinatura do presidente Lula em dois decretos. Um deles cria a Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, com a finalidade de promover medidas intersetoriais e integradas de reconhecimento, preservação, promoção, valorização e proteção das culturas tradicionais e populares no país. Com ela, o Brasil, pela primeira vez, passa a contar com uma política nacional dedicada exclusivamente à valorização e à proteção das culturas tradicionais e populares. O segundo decreto, por sua vez, reestrutura o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). O conselho é órgão de caráter consultivo, fiscalizador e deliberativo, integrante da estrutura regimental do Ministério da Cultura (MinC), e funciona como instância de controle social da política pública de cultura, com composição paritária.
Além dos decretos, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, assinou duas portarias. A primeira regulamenta a Rede Nacional de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares, desse modo, a sabedoria dos mestres e mestras finalmente ganha uma casa na rede do Estado. A segunda portaria regulamenta o programa Festejos Populares do Brasil, a fim de fomentar as festas tradicionais e populares do calendário nacional, do São João ao Carnaval, do Boi Bumbá à Folha de Reis.
Assessoria Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência
Fonte: Ministério da Educação
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