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Pé-de-Meia: governo inclui Tesouro Direto nas opções de investimento

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O Governo do Brasil autorizou, por meio da Portaria Interministerial MEC/MF nº 9/2025, dos ministérios da Educação (MEC) e da Fazenda, publicada no dia 29 de outubro, que os estudantes do ensino médio participantes do programa Pé-de-Meia decidam como investir os valores recebidos referentes à conclusão do ano escolar. A iniciativa amplia as possibilidades de aplicação dos recursos, permitindo que os alunos escolham entre a Poupança e o Tesouro Selic, um título do Programa Tesouro Direto, sem custo adicional. 

O programa Pé-de-Meia é voltado a estudantes matriculados no ensino médio público, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), e tem como objetivo promover a permanência e a conclusão escolar. A cada ano do ensino médio concluído, os alunos recebem uma parcela de R$ 1.000, que podem ser retirados após a formatura do ensino médio. 

Antes, o dinheiro só podia ser aplicado na Poupança. Agora, os estudantes podem escolher entre aplicar os recursos na Poupança ou no Tesouro Selic, que acompanha a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, fixada pelo Banco Central do Brasil. 

Assim como na Poupança, no Tesouro Selic os rendimentos variam conforme as condições do mercado, sem risco de perda do investimento. A medida oferece aos alunos mais de uma forma de guardar os valores recebidos até o fim do ensino médio, de acordo com o tipo de aplicação que escolherem. 

A opção pelo tipo de investimento das parcelas de R$ 1.000 — se Poupança ou Tesouro Selic — e o acompanhamento da rentabilidade da aplicação e da evolução dos rendimentos poderão ser feitos pelo aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, que é o agente financeiro do programa Pé-de-Meia. A funcionalidade está disponível no aplicativo a partir do dia 7 de novembro. 

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A escolha feita pelos alunos por tipo de investimento se aplicará às parcelas já recebidas e às que ainda serão pagas. Estudantes com menos de 18 anos precisam de uma autorização do responsável legal (pai, mãe ou guardião) para realizar a aplicação dos recursos nas opções previstas, como a troca do investimento da Poupança para o Tesouro Selic. Essa autorização é realizada diretamente pelo aplicativo Caixa Tem, exceto para guardiões, que devem dirigir-se a qualquer agência Caixa. Depois disso, o processo de investimento é o mesmo que para maiores de idade. 

Os alunos podem simular a rentabilidade dos títulos Tesouro Selic com a taxa de hoje na calculadora do Programa Tesouro Direto. Para esclarecimentos sobre os principais pontos da iniciativa, os estudantes podem acessar as Perguntas Frequentes: Opções de Investimento Pé-de-Meia. 

Tesouro Direto – O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional desenvolvido para proporcionar a venda de títulos públicos federais para pessoas físicas. Lançado em 2002, o programa surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. 

A emissão de títulos é 100% garantida pelo Tesouro Nacional, sendo a aplicação de menor risco de crédito do mercado. Mais informações podem ser consultadas em: www.tesourodireto.com.br  

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Poupança – A Poupança é uma modalidade de aplicação financeira oferecida por instituições bancárias e destinada à formação de reserva de recursos pelas pessoas físicas. Criada para incentivar o hábito de poupar, está disponível em todas as instituições financeiras. Os valores depositados na Poupança são remunerados mensalmente, com rendimento calculado conforme regras definidas pelo Banco Central do Brasil. 

Pé-de-Meia – O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional voltado a estudantes matriculados no ensino médio público inscritos no CadÚnico. O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino, com benefícios por matrícula, frequência, participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e conclusão. Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de fomentar a inclusão educacional e estimular a mobilidade social. 

Os estudantes recebem R$ 200 mensais, que podem ser sacados a qualquer momento. Já os incentivos de R$ 1.000 por ano concluído só ficam disponíveis para retirada após a formatura. Ao final do ensino médio, os valores acumulados podem chegar a R$ 9.200 por aluno. Mais informações podem ser acessadas na página do Pé-de-Meia, no portal do MEC. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC destina R$ 6,9 milhões a instituições federais do RS

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O Ministério da Educação (MEC) destina R$ 6,9 milhões, em caráter emergencial, a instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul afetadas pelos eventos climáticos que atingem o estado. Os recursos contemplam a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e os institutos federais do Rio Grande do Sul (IFRS), Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Farroupilha (IFFar). 

A destinação reúne recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO) do MEC e considera as demandas apresentadas pelas instituições diante dos impactos provocados pelas chuvas. 

Para a Furg, serão destinados R$ 2,2 milhões. Desse total, R$ 1,7 milhão será destinado pela Sesu e R$ 500 mil são alocados diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA) da universidade, por meio da SPO. A UFPel recebe a destinação de R$ 2,5 milhões, também por meio da Sesu. 

Institutos Federais – Na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o MEC destina R$ 400 mil ao IFRS, R$ 1,3 milhão ao IF Farroupilha e R$ 500 mil ao IFSul. 

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As instituições foram afetadas por diferentes ocorrências climáticas, com danos registrados em coberturas, estruturas prediais, esquadrias, instalações elétricas, equipamentos, áreas externas, ambientes acadêmicos, passarelas e moradias estudantis, entre outros espaços necessários ao funcionamento das unidades. No IFSul, os impactos alcançaram diversos campi e afetaram estudantes em situação de vulnerabilidade social. 

No IFRS, o Campus Rio Grande foi atingido por um temporal ocorrido em 21 de setembro. Entre as necessidades identificadas, estão a recuperação das instalações atingidas pelo evento climático e a recomposição do orçamento da instituição para o funcionamento da unidade. 

No IFFar, os impactos incluíram danos provocados por temporal com granizo no Campus Alegrete. Também foram identificadas necessidades de recuperação da infraestrutura nos campi Júlio de Castilhos, Santiago e Santo Ângelo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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