POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho pede mobilização por anistia a condenados pelo 8 de Janeiro

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) pediu a mobilização da população em favor do projeto que concede anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023.  Segundo ele, o PL 2.858/2022 será aprovado na Câmara dos Deputados e chegará ao Senado. Ele disse que já está esperando “pressão e chantagem” para que a matéria seja barrada. Por isso, seria importante a movimentação popular.

Cleitinho também criticou o ministro Gilmar Mendes, do STF, que teria dito em entrevista confiar nos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, para barrar a anistia.

Para o senador é uma incoerência, o STF se preocupar com a anistia aos condenados por tentativa de golpe, mas liberar o lobista conhecido como “Careca do INSS” de comparecer à CPMI que investiga os descontos irregulares de aposentadorias. Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, foi liberado por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para não comparecer à reunião.

— Essa turma não pode vir aqui contar quem, além deles, roubou o dinheiro dos aposentados? Se ele não devesse nada, teria vindo aqui — declarou o senador, ao discursar no Plenário nesta terça-feira (16).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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