NACIONAL

Brasil é o segundo país em ranking com os 100 aeroportos mais bem avaliados do mundo

O Brasil é o segundo país do ranking internacional dos 100 aeroportos mais bem avaliados do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo levantamento da AirHelp Score, os Estudos Unidos aparecem na primeira posição com 27 aeroportos, seguidos pelo Brasil, com 12 aeroportos, e do Japão, que vem na terceira colocação, com 6 aeroportos.

Considerando critérios como pontualidade dos voos, qualidade dos serviços oferecidos aos passageiros e variedade de alimentação e lojas, o Brasil ficou à frente de países como a Espanha, que tem 5 aeroportos, e Arábia Saudita, Noruega e México, com 4 aeroportos cada. A África do Sul, Nova Zelândia e Reino Unido, por sua vez, têm 3 aeroportos cada e a Austrália, a Colômbia, a Suécia, Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul e Polônia aparecem com 2 aeroportos na lista dos 100 do ranking.

O Aeroporto Internacional de Brasília está entre os 10 melhores do mundo e aparece na quarta colocação. Na lista dos 100 melhores aparecem também o Aeroporto Internacional de Belém (PA), Aeroporto Santos Dumont (RJ), Aeroporto Internacional de Fortaleza (CE), Aeroporto do Galeão (RJ), Aeroporto Internacional de Curitiba (PR), Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes (PE), Aeroporto Internacional Guarulhos (SP), Aeroporto de Congonhas (SP), Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC), Aeroporto Internacional de Viracopos (SP) e Aeroporto Internacional de Confins (MG).

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No Brasil, a Secretaria de Aviação Civil realiza pesquisa anual que analisa os aeroportos do País, considerando aspectos da prestação dos serviços, como pontualidade, inovação e acessibilidade. A pesquisa da SAC orienta também programas para modernização dos aeroportos brasileiros e melhoria na gestão operacional e infraestrutura dos aeroportos no país.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MEC promove encontro de experiências inspiradoras em ETI

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realiza, nos dias 9 e 10 de junho, o Encontro Nacional de Experiências Inspiradoras de Gestão e Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral, no Campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento ocorre em parceria com a universidade, representada pelo grupo Teia Territórios, Educação Integral e Cidadania. A abertura e a conferência inicial serão transmitidas ao vivo pelo canal do MEC no YouTube, a partir das 8h45, horário de Brasília.  

O evento dá continuidade às estratégias de divulgação de políticas e práticas de ampliação da jornada escolar e das dimensões educativas das redes selecionadas por meio do Edital nº 2/2025, cujo resultado final pode ser acessado por meio da página da iniciativa. 

Na seleção, foram submetidas 893 inscrições, das quais 140 foram selecionadas para o encontro. A iniciativa tem por objetivo ampliar o diálogo sobre políticas e práticas de educação integral e propiciar um espaço de reflexão e diálogo. O público estimado para o encontro é de 500 pessoas, incluindo secretários de educação, prefeitos, além de representantes de equipes técnicas e organizações parceiras. 

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A programação completa pode ser conferida na página do evento. 

EditalRealizado em parceria com a UFMG, por meio do grupo Teia, o edital é uma iniciativa do programa Escola em Tempo Integral e tem como objetivo identificar, mapear e divulgar experiências inspiradoras de gestão pública e de projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral.  

Em maio deste ano, o edital selecionou 26 estados, o Distrito Federal e 1.008 municípios, sendo 20 capitais. Todas as iniciativas farão parte do Mapa de Experiências Inspiradoras, cujo lançamento está previsto para o mês de novembro. Além do mapa, 25 redes terão suas experiências sistematizadas em um caderno de narrativas e 76 secretarias participarão da rede de trocas.   

Escola em tempo integralO programa Escola em Tempo Integral fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O governo federal fornece assistência técnica e financeira considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).        

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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