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Polícia Civil prende faccionado foragido por homicídio qualificado em Sergipe

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As Polícias Civis de Mato Grosso e Sergipe prenderam, nesta sexta-feira (28.2), um homem, de 20 anos, em Aracaju (SE), investigado por envolvimento em um homicídio qualificado e por participação em uma facção criminosa com atuação na região do Araguaia mato-grossense.

A prisão faz parte da Operação Leviatã III, deflagrada na quarta-feira (26.2), em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), para capturar diversos alvos relacionados a facções criminosas e ao tráfico de drogas.

O suspeito estava foragido desde a primeira fase da Operação Leviatã. Agora, após uma força-tarefa composta pela 1ª e 2ª Delegacias de Polícia Civil de Barra do Garças para levantar o paradeiro do fugitivo, com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil de Sergipe, o mandado de prisão foi cumprido no Bairro América, em Aracaju (SE), onde o suspeito foi localizado e detido.

As investigações apontaram que o detido está diretamente ligado a crimes violentos e atividades ilícitas relacionadas ao tráfico, reforçando sua atuação como integrante de uma facção criminosa de grande influência na região.

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A Operação Leviatã III segue em andamento para identificar e prender outros membros do grupo criminoso. A Polícia Civil incentiva a população a colaborar por meio de denúncias anônimas, fundamentais para o avanço das investigações, além de garantir a segurança da comunidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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