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Polícia Civil cumpre buscas e prisão contra investigados por homicídio no município de Itanhangá

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Policiais da Delegacia de Tapurah cumpriram no fim de semana, mandados de prisão e de buscas contra investigados por um homicídio ocorrido no início deste mês no município de Itanhangá.

Na quinta-feira (14.11), foi cumprida a prisão de J.L.O, 53 anos, localizado em uma propriedade rural no distrito de Simione, em Itanhangá. Ele foi identificado pela Polícia Civil como autor do homicídio de Rafael Costa da Silva, 21 anos, ocorrido no dia 2 de novembro no distrito do município vizinho a Tapurah.

De acordo com as investigações, o crime foi praticado a mando de uma organização criminosa. A vítima saiu de casa para comprar drogas e foi induzida a ir até o distrito de Simeone, onde supostamente teria o entorpecente. Ao chegar no local, o investigado armou uma emboscada, indicando o local onde a vítima deveria ir. No ponto de encontro, o suspeito chegou em uma motocicleta e fez quatro disparos de arma de fogo contra Rafael usando uma pistola de calibre .40.

Na sexta-feira, com apoio da PM de Itanhangá, a equipe da Delegacia de Tapurah cumpriu mandados de busca e apreensão em três endereços na cidade, de investigados por envolvimento no homicídio.

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As buscas foram realizadas na residência do autor do crime, onde foram apreendidas a motocicleta e roupas usadas pelo investigado no dia do homicídio.

Na residência de B. S. F, 34 anos, os policiais apreenderam dinheiro em espécie, uma porção de maconha e pinos com cocaína. A mulher foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

As equipes policiais também localizaram, às margens da MT-338, a pistola modelo Taurus usada no homicídio. A arma foi encaminhada à Politec para perícia.

De acordo com o delegado de Tapurah, Artur Almeida, as ordens judiciais cumpridas têm como objetivo de tirar de circulação membros de uma facção criminosa, que estão envolvidos diretamente no tráfico de entorpecentes e homicídios ocorridos no município de Itanhangá.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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