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Anec revisa para cima exportações de soja e milho em novembro

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou suas projeções para as exportações brasileiras de soja e milho em novembro. A expectativa agora é de 2,81 milhões de toneladas de soja, acima da estimativa anterior de 2,45 milhões, enquanto a exportação de milho foi revisada para 5,38 milhões de toneladas, ante os 4,77 milhões previstos na semana passada. Também houve aumento na previsão para o farelo de soja, que deve alcançar 1,87 milhão de toneladas, comparado aos 1,56 milhão da projeção anterior.

No início do mês, entre 3 e 9 de novembro, o Brasil exportou 464,771 mil toneladas de soja, e espera-se que o volume aumente para 809,935 mil toneladas entre 10 e 16 de novembro. Mesmo com o avanço em novembro, as exportações de soja registram uma queda em relação ao mesmo período de 2023, quando foram embarcadas 4,599 milhões de toneladas. Em outubro de 2024, o volume exportado foi de 4,444 milhões de toneladas, também superior ao projetado para este mês.

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Para o farelo de soja, o Brasil deve exportar 1,87 milhão de toneladas em novembro, um aumento em comparação com novembro de 2023, quando o volume foi de 1,652 milhão de toneladas. No entanto, houve uma retração em relação a outubro de 2024, mês em que foram exportadas 2,462 milhões de toneladas. Durante a primeira semana de novembro, o país enviou 346,739 mil toneladas de farelo de soja, e a expectativa para a segunda semana é de 702,074 mil toneladas.

Esses resultados refletem desafios logísticos e de mercado, com um cenário menos aquecido em comparação ao mesmo período do ano anterior, apontando para uma desaceleração nas exportações de soja em grão e derivados.

Fonte: Pensar Agro

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Cachaça registrada no Mapa e produzida em Santa Catarina conquista prêmio nacional

O trabalho de registro e fiscalização de bebidas realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) segue contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva da cachaça no país. Em Santa Catarina, estado que reúne um dos maiores números de rótulos registrados no Ministério, o município de Luiz Alves voltou a se destacar no cenário nacional pela tradição e qualidade na produção da bebida.

A cachaça Extra Premium, produzida pelo Alambique Bylaardt, conquistou o primeiro lugar no Ranking da Cúpula da Cachaça 2026, uma das principais premiações brasileiras do segmento. Produzida no Vale do Itajaí, a bebida vencedora passa por envelhecimento de 18 anos em barris de carvalho francês, processo que confere características sensoriais específicas ao produto.

Segundo o superintendente de Agricultura e Pecuária em Santa Catarina, Ivanor Boing, o reconhecimento demonstra a relevância da tradição produtiva e da conformidade dos produtos registrados junto ao Ministério. “Esse prêmio reconhece não apenas a qualidade e a conformidade da bebida, mas também uma história construída ao longo de 83 anos de tradição”, disse. 

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O Ranking da Cúpula da Cachaça reuniu mais de 150 rótulos de diferentes regiões do país em um processo de avaliação dividido em três etapas: votação popular, análise técnica de especialistas independentes e degustação às cegas das 50 cachaças finalistas.

Na etapa final, as amostras foram adquiridas diretamente no mercado e avaliadas sem identificação dos rótulos. A Extra Premium Bylaardt obteve a maior pontuação geral e conquistou o título de melhor cachaça do Brasil em 2026.

O município de Luiz Alves possui Indicação Geográfica (IG) reconhecida pela tradição e qualidade na produção de cachaças, fator que agrega valor aos produtos locais e fortalece a competitividade da cadeia produtiva regional.

O registro de bebidas no Mapa assegura controle de qualidade, rastreabilidade e conformidade aos produtos comercializados no país. A atuação do Ministério também contribui para a valorização de produtos tradicionais e para o fortalecimento das regiões produtoras.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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