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Terceiro envolvido em homicídio em Lucas do Rio Verde é preso pela Polícia Civil no Pará

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Um foragido de Mato Grosso por homicídio cometido na cidade de Lucas do Rio Verde foi preso, nesta quinta-feira (07.11), na Capital paraense, após troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados.

G.C.M., investigado por envolvimento no assassinato de João Rafael Fernandes, 29 anos, fugiu de Lucas do Rio Verde logo após o crime e foi morar no Pará com a família. Ele foi preso em Belém, onde policiais civis paraenses cumpriram o mandado de prisão preventiva decretado pela 1a Vara Criminal de Lucas do Rio Verde.

O crime

João Rafael foi morto no dia 25 de março deste ano. Ele vinha sendo extorquido pelos criminosos e foi atingido com 17 disparos de arma de fogo. A vítima foi abordada pelos criminosos quando saía da casa de um conhecido, sendo surpreendida na emboscada. A investigação apurou que João Rafael foi assassinado por motivo torpe, porque estava devendo dinheiro aos criminosos que o atraíram à residência onde foi posteriormente morto.

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A equipe de investigação identificou os envolvidos no crime contra João Rafael. Um dos autores, D.S.D., de 29 anos, foi preso pela equipe policial no dia 15 de julho. Outro autor do homicídio, E.E.S, de 33 anos, foi preso em abril pela Polícia Civil, quando dirigia um veículo por aplicativo de transporte em Várzea Grande.

Um dos investigados confessou ter cometido o crime para “ganhar moral e respeito” com uma organização criminosa e ainda participou da extorsão contra a vítima.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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