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Autor de furto a loja é preso em flagrante pela Polícia Civil e produtos são recuperados

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Policiais civis da Delegacia de Mirassol d’Oeste prenderam em flagrante nesta segunda-feira (04.11) o suspeito de um furto a um estabelecimento comercial da cidade e recuperaram os objetos levados da loja.

A delegacia foi comunicada pelo proprietário que a loja, localizada no centro da cidade, foi invadida durante a madrugada desta segunda-feira e furtados diversos relógios, brincos e pen drives.

Uma equipe de investigadores iniciou as diligências e apurou que o autor do furto usou uma pá para arrombar a janela do estabelecimento. Anteriormente, o suspeito havia procurado a Delegacia de Mirassol para registrar o extravio de documento e foi reconhecido como autor de furtos cometidos na região com as mesmas características do crime ocorrido nesta madrugada.

Os policiais seguiram em buscas diligências para localizar o suspeito e o localizaram caminhando pelo Jardim São Paulo. O rapaz, de 24 anos, estava com vários relógios no braço e segurava outros na mão. Ao ser questionado sobre os produtos, ele disse, inicialmente, ter trazido de Cuiabá. Como os relógios coincidiam com os mesmos furtados da loja, o suspeito confessou ser o autor do delito.

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Ele informou aos investigadores onde deixou o restante dos produtos, localizados em um galpão abandonado aos fundos da Paróquia São Paulo. Todo o material foi apreendido e o suspeito encaminhado à unidade da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por furto qualificado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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