POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova doação de área para Embaixada de Cabo Verde

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (30) projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a doar área para a instalação da Embaixada de Cabo Verde. O PL 2.251/2022, de iniciativa da Presidência da República, recebeu relatório favorável do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que foi lido pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A matéria segue agora para análise do Plenário.

A proposição autoriza a doação pelo Poder Executivo do Lote 44 do Setor de Embaixadas Norte, em Brasília, para a instalação da embaixada de Cabo Verde e prevê que a escritura de transferência da propriedade deverá conter cláusula que obrigue a devolução do imóvel caso ocorra alteração da finalidade da doação. 

Segundo a justificativa do texto, a doação atende ao princípio da reciprocidade, uma vez que já houve doação de imóvel em Praia, capital cabo-verdiana, para a embaixada brasileira. 

O relator lembrou em seu voto que o projeto de lei tem caráter de autorização, uma vez que a doação de um bem de propriedade da União a um outro país para a construção da sede de sua representação diplomática deve ser feita por lei, sendo a favor do projeto.

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Cabo Verde é um país insular e lusófono que consiste em dez ilhas vulcânicas. Está localizado no ponto mais ocidental da África.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras mais rígidas para loteamentos em áreas sujeitas a alagamentos

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria regras mais rígidas para a abertura de loteamentos em áreas sujeitas a alagamentos. O texto exige estudos técnicos prévios para garantir o escoamento seguro da água da chuva em eventos climáticos extremos.

A matéria altera a Lei do Parcelamento do Solo Urbano (Lei 6.766/79). O objetivo é evitar a construção de casas em zonas de perigo e prevenir tragédias climáticas, como as ocorridas no Rio Grande do Sul.

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Icaro de Valmir (Republicanos-SE), ao Projeto de Lei 1901/24, do deputado Zeca Dirceu (PT-PR).

O projeto original exigia estudos hidrológicos complexos para qualquer loteamento em área alagadiça. O relator concordou com o mérito, mas tornou a regra proporcional.

“O estudo técnico deverá observar critérios de proporcionalidade”, explicou Icaro de Valmir no parecer. A exigência vai variar conforme o tamanho da obra, o nível de risco do local e a capacidade da prefeitura.

Simulações computadorizadas complexas (modelagem hidrodinâmica) serão obrigatórias apenas em três situações:

  • Áreas classificadas como de alto risco;
  • Obras com grande impacto ambiental ou urbano;
  • Locais sem infraestrutura prévia de drenagem.
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Transparência e participação
Pelo texto aprovado, o poder público deverá disponibilizar os estudos técnicos na internet para acesso da população. Em casos de obras com grande impacto na cidade, as prefeituras deverão realizar audiências ou consultas públicas com os moradores.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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