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Polícia Civil procura professor investigado por abusar sexualmente de crianças em projeto de futebol

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A Delegacia da Polícia Civil de Comodoro procura por um professor de um projeto social da cidade que é investigado por abuso sexual contra crianças. Ele está com a prisão preventiva decretada pela Comarca de Comodoro e está foragido.

A investigação foi instaurada após a Polícia Civil receber denúncias de duas famílias sobre abusos cometidos contra duas crianças, de 11 e 12 anos, que participavam do projeto social de futebol onde o professor atuava.

Foram realizadas escutas especializadas com os menores de 11 e 12 anos, que relataram que o professor havia praticado atos libidinosos.

Diante dos fatos e indícios de materialidade, o delegado Ricardo Sarto representou pela prisão preventiva e busca domiciliar do investigado. Porém, o professor fugiu da cidade assim que soube que havia uma investigação em andamento.

Rand Wendy Cordeiro da Silva, 31 anos, é procurado por, pelo menos, dois crimes de estupro de vulnerável. De acordo com a investigação da Delegacia de Comodoro, há suspeitas de que outras crianças e adolescentes possam ter sido vítimas dos abusos sexuais praticados pelo professor. Ele utilizaria a promessa de que o aluno atleta seria colocado em grandes clubes do País, como pretexto para iniciar os abusos. O investigado também ameaçava as vítimas, com penalidades nos treinos, caso contassem aos pais sobre os abusos.

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A Delegacia de Comodoro solicita que qualquer informação que leve ao paradeiro do foragido pode ser feita pelo telefone (66) 98128-4754.

Em caso de outras possíveis vítimas de abusos do professor, a delegacia orienta que os pais procurem a Polícia Civil imediatamente a delegacia para as devidas providências.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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