MATO GROSSO
Museus da Secel promovem atividades no período de férias escolares
O Museu de História Natural e o Museu de Arte Sacra realizam uma variedade de atividades que une diversão e aprendizagem no período de férias escolares. A programação nos dois equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) inclui oficinas, brincadeiras e jogos educativos. Confira:
Colônia de Férias no Museu de Arte Sacra![]()
Com atividades gratuitas para a crianças de quatro a 13 anos, a programação no Museu de Arte Sacra de Mato Grosso acontece de 17 a 21 de julho. As inscrições já estão abertas (link aqui), com vagas limitadas.
A agenda, que conta com tour pelo museu, jogos educativos e oficinas artísticas, será realizada nos períodos matutino e vespertino, sendo divididas por faixa etária. Crianças de quatro a oito anos participam das atividades no horário das 8h30 às 12h, e as da faixa etária de 9 a 13 anos, comparecem das 13h30 às 17h.
Durante o período de atividades da Colônia de férias, será servido lanche aos participantes. Caso a criança possua algum tipo de restrição alimentar, os pais devem levar a alimentação da criança de acordo com as orientações médicas. Crianças menores de cinco anos devem estar acompanhados de pais ou responsáveis.
Programação:
Quarta (17.07): Identificando o Museu de Arte Sacra e Jogos Educativos
Quinta (18.07): Oficina de Pintura e Jogos Educativos
Sexta (19.07): Oficina Criativa e Jogos Educativos
Sábado (20.07): Oficina de Desenho em Aquarela e Jogos Educativos
Domingo (21.07): Oficina de Arte em Gesso e Jogos Educativos
Férias no Museu de História Natural de Mato Grosso![]()
Realizada na área verde do Museu de História Natural de Mato Grosso, a programação de férias acontece em variados dias, sempre das 9h às 11h. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, e podem ser feitas a partir das 17h das quartas-feiras anteriores à atividade pelo link disponível na biografia do Instagram do Museu (@museuhistorianaturalmt).
A próxima agenda ocorre no sábado (13.07), com a oficina de “Pintura da Paisagem Mato-Grossense”, ministrada pelo artista Cássio Wilker. Direcionada a crianças a partir de 8 anos, a atividade conta com técnicas de pintura simples. A abertura das inscrições será nesta quarta (10.07), às 17h
No sábado seguinte (20.07), haverá a Oficina “Não é Mágica, é Ciência”, com a artista-cientista Juliana Graziela. Por meio de experiências divertidas, os participantes irão descobrir a ciência no cotidiano. Podem participar crianças a partir dos 9 anos, acompanhadas dos pais. As inscrições serão abertas na quarta-feira (17.07).
E no período de 24 a 27 de julho, o Museu de História Natural promove a Semana Kamalupe, com atividades que conectam as crianças à natureza e incentivam o aprendizado prático e manual.
A agenda da Semana Kamalupe começa pela oficina “Customização de roupas com estêncil”, na quarta-feira (24.07). Já na quinta (25.07) acontece a oficina “Seguindo as Pegadas dos Dinossauros”, em que crianças a partir de 10 anos poderão desvendar os segredos dos fósseis.
Na sexta (26.07), a atividade é a “Caça ao Tesouro e brincadeiras”, com Danilo Barreto. Com a ajuda de um tesouro escondido, as crianças a partir de 8 anos irão aprender a interpretar o mapa, encontrar as pistas e resolver as charadas.
No sábado (27.07), o público de qualquer idade poderá se divertir no Arraiá do Kamalupe no Museu. A festança conta com músicas, brincadeiras, comidas típicas e dança de quadrilha. E quem preferir relaxar e revitalizar mente e corpo em um ambiente imerso na natureza, pode participar do “Yoga no Jardim do Museu”, que ocorre na mesma data e horário.
Para as atividades da Semana Kamalupe, as inscrições serão abertas no dia 17 de julho às 17h, pelo link aqui. Mais detalhes sobre a programação estão disponíveis no site www.museuhistorianaturalmt.com.br
Sobre os museus
O Museu de História Natural de Mato Grosso está localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), bairro Jardim Europa, em Cuiabá. Com gestão compartilhada pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss), o espaço é aberto ao público de quarta a domingo, das 8h às 18h.
O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MASMT) está localizado na Praça do Seminário, bairro Dom Aquino, em Cuiabá. A gestão do espaço é feita pela associação Ação Cultural. As visitações estão abertas ao público de quarta a domingo, das 9h às 17h.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças
A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.
Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.
Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.
Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.
Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.
“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.
A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.
Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.
Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.
“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.
O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.
Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.
É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.
A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.
E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.
Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.
E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.
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