MATO GROSSO
Seplag divulga lista de classificados na 3ª chamada para o programa de Residência Técnica
Entre as formações´previstas no Edital 03 estão psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos, jornalistas, profissionais de rádio e TV, publicitários e bibliotecários. Quase 51% dos aprovados são psicólogos, pouco mais de 24% assistentes sociais e 12% educadores físicos.
Os classificados representam 16 municípios mato-grossenses, sendo eles: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Primavera do Leste, Sinop, Cáceres, Matupá, Tangará da Serra, Diamantino, Confresa, Pontes e Lacerda, Sorriso, Juína, Alta Floresta e Lucas do Rio Verde. Pouco mais de 74% dos aprovados são da Capital mato-grossense; 8% são de Várzea Grande e 4% de Rondonópolis.
Programa de Residência Técnica
A primeira chamada da Residência Técnica, instituída em março deste ano por meio da Instrução Normativa Nº 002/2024, ocorreu em abril deste ano. O fluxo de convocações também já iniciou.
Os editais estão sendo lançados gradativamente, por áreas de formação e modalidades, priorizando a necessidade da administração pública estadual. Atualmente o programa de Residência Técnica está com sua 4ª chamada em andamento, específica para tecnólogos em diversas áreas.
Acesse o Sistema Estadual de Seleção (SiesMT) para conferir a lista de classificados nesta 3ª chamada e o resultado das chamadas anteriores.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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