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Traficante monitorado por tornozeleira eletrônica é preso pela Polícia Civil em Água Boa

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Um traficante, monitorado por tornozeleira eletrônica, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (28.05), durante diligências realizadas pela Delegacia de Água Boa (803 km ao norte de Cuiabá).

A prisão do traficante ocorreu após a equipe policial receber denúncia anônima informando que um homem estava atuando com o comércio de drogas em uma rua, no bairro Vila Nova.

Com base na informação, a equipe policial diligenciou ao local, onde encontrou o suspeito na calçada de uma residência, conhecida como ponto de venda de entorpecentes. Após monitoramento do local, a equipe policial realizou a abordagem do suspeito, sendo encontrado em seu poder uma porção de pasta base de cocaína.

Em buscas na residência, foram apreendidos mais entorpecentes, entre eles, uma porção de maconha e meio tablete da mesma substância, que estava enterrado no quintal da casa. Em posse do suspeito ainda havia R$ 737 em dinheiro trocado, característico da atividade de tráfico e dois aparelhos celulares.

Em análise no sistema, foi verificado que o suspeito possui extensa ficha criminal e que saiu recentemente do presídio, mediante uso de tornozeleira eletrônica e, mesmo assim, voltou à prática de crimes.

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O suspeito foi conduzido a Delegacia de Água Boa onde após ser interrogado, foi novamente autuado em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça a importância das denúncias via 197 para combate à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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