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Residência fora da comarca de atuação é discutida em reunião

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A atuação das Corregedorias-Gerais do Ministério Público em relação a eventuais casos de membros da instituição que, após a pandemia, decidiram residir fora da comarca de atuação foi um dos assuntos debatidos, nesta quarta-feira (03), em Brasília, durante a 1ª Reunião da Corregedoria Nacional com as Corregedorias-Gerais dos ramos e unidades do Ministério Público. O corregedor-geral do MPMT, João Augusto Veras Gadelha, foi representado pela promotora de Justiça auxiliar da Coger/MT, Alessandra Gonçalves da Silva Godoi.

“Além da residência fora da comarca, foram realizadas discussões sobre a presença física nas Promotorias de Justiça e realização de audiências presenciais, as quais, pelas falas uníssonas, são objeto de especial atenção das Corregedorias-Gerais dos ramos e unidades do Ministério Público nesse período pós pandemia, encontrando convergência na atuação da Corregedoria Nacional do Ministério Público”, destacou a promotora de Justiça auxiliar da Coger.

Segundo ela, na reunião também foram tratados outros assuntos de interesse dos órgãos disciplinares como alimentação e aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Informações Disciplinares, criação do Núcleo de Correições Virtuais da Corregedoria Nacional e apoio das corregedorias-gerais às correições, presenciais ou virtuais, realizadas pela Corregedoria Nacional.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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