MATO GROSSO
Governador pede ao Ibama para autorizar obras que vão solucionar “Portão do Inferno”
Mauro reforçou que as obras devem começar em caráter emergencial para evitar mais riscos no local e prejuízos à população de Chapada.
“A população espera uma, duas ou até três horas devido a bloqueios causados pelas chuvas intensas. Um exemplo disso foi um deslizamento de pedras recente, em que uma rocha de cerca de 30 quilos caiu de uma altura de 20 metros. Isso pode resultar em acidentes graves, inclusive com vítimas fatais. Por isso, é crucial tomar as devidas precauções o mais breve possível”, argumentou.
Na semana passada, o governador assinou a ordem de serviço para a empresa realizar as intervenções no local. O início das obras depende apenas de autorização do Ibama e ICMBio, por se tratar de um território sob tutela do Governo Federal.
“A previsão de execução dessa obra é em torno de 120 dias, a partir do início da obra, ou seja, é um prazo mais rápido. Qualquer outra solução teria tempo de execução três ou quatro vezes maior do que essa. Foi por isso que o Estado acabou escolhendo essa alternativa, que tem a melhor relação ambiental e prazo de execução”, explicou o governador.
O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, afirmou que o instituto tem “todo o interesse” de resolver a situação o mais rapidamente possível e que ele próprio se encarregará de apresentar a proposta ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
“Nós vamos fazer a análise da forma séria. Vamos cumprir com o nosso papel para dar uma solução em breve. Vamos encaminhar imediatamente o projeto ao ICMBio”, garantiu.
O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, reforçou o pedido de ajuda ao presidente e a celeridade do processo. “É uma cidade pequena, mas muito conhecida e com grande valor. Então queremos avançar nesse processo e, para isso, contamos com o Ibama”, disse. ![]()
Também estiveram na reunião: os senadores Wellington Fagundes e Jayme Campos; o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho; os deputados estaduais Wilson Santos, Carlos Avalone e Valdir Barranco; e os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e César Miranda (Desenvolvimento Econômico); e a ex-deputada federal Rosa Neide.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius
Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.
De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.
A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.
Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.
Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.
Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.
A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos.
Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.
Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.
A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.
“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.
Relatos sobre outras mulheres
Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.
Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.
A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.
Medo e pedido de Justiça
A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.
Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.
A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.
Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!
Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0
Fonte: Denuncia
-
POLÍTICA MT5 dias atrás26 anos no PT: passado partidário de Adelcino Lopo ganha novo peso em meio ao apelido de “Melancia do Araguaia” – veja filiação ao PT
-
MATO GROSSO6 dias atrásNem todo recorte conta a história verdadeira
-
MATO GROSSO5 dias atrásQuase 6 mil pessoas participam de diagnóstico da educação em quatro municípios de MT
-
MATO GROSSO4 dias atrásIA criada na ALMT identifica notícias que mais interessam ao público e aumenta engajamento em 282%
-
NA CAPITAL6 dias atrásSete nomes ficam separados por apenas 0,3 ponto em pesquisa para deputado estadual em MT; veja quem são
-
POLÍTICA MT7 dias atrásJustiça aplica nova derrota a Wellington e rejeita por 7 a 0 recurso contra candidatura de Pivetta
-
POLÍTICA MT7 dias atrásPesquisa aponta: Paulo Araújo fica entre os primeiros no Estado
-
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT3 dias atrásTJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
